Manutenção programada para atualização do banco de dados nesta quinta-feira (11/1)

Nesta quinta-feira (11/1) acontecerá, a partir de 22h, uma manutenção programada para atualização do banco de dados do Ministério da Saúde. A ação, com duração prevista de até 3h, terá como objetivo a melhoria da segurança, bem como a criação de novas funcionalidades voltadas para banco de dados.

Clique aqui para conferir a lista de sistemas que poderão ficar indisponíveis.

 

Mais informações: Suporte Técnico do DATASUS

Atendimento usuário interno: (61) 3315-2222

Atendimento usuário externo: 136, Opção 8

 

Texto: NUCOM/DATASUS/SE/MS


Nomeação de Coordenador-Geral de Análise e Manutenção é publicada

Henrique Nixon terá missão de coordenar os sistemas do Ministério da Saúdehenrique

A publicação da nomeação do novo coordenador-Geral de Análise e Manutenção, do Departamento de Informática do SUS (CGAM/DATASUS), Henrique Nixon, saiu no Diário Oficial da União (DOU) em dezembro de 2017.

O titular da área já exerceu diversos cargos, de 2012 a 2017, como Diretor de Tecnologia da Informação e Comunicação, na Secretaria de Estado de Trabalho do Distrito Federal (SETRAB) e coordenador-geral de Tecnologia da Informação no Ministério da Integração Nacional. Além disso, foi coordenador-geral de Desempenho e tecnologia em Informações Portuárias, no Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

Formado em Rede de Computadores, Nixon possui pós-graduação em Gestão da Segurança da Informação pela Universidade de Brasília (UnB) e certificações voltados para a área de tecnologia da informação

O servidor terá como desafio diagnosticar necessidades de novas soluções de sistemas junto aos órgãos do Ministério da Saúde e também monitorar a conformidade dos sistemas com as normas e políticas de tecnologia, informação e comunicação do MS e Administração Pública Federal, entre outros.

MS discute sobre padrões para informática em saúde na Inglaterra

Representantes do Ministério da Saúde participaram do 28º Encontro do Comitê Técnico de Informática em Saúde, da Organização Internacional de Normalização (ISO) realizado em Liverpool, na Inglaterra. O objetivo foi discutir, elaborar e votar normas técnicas sobre tecnologia da informação aplicada a sistemas, equipamentos e serviços de saúde.

A delegação do Brasil, que foi composta por membros da Comissão de Estudo Especial de Informática em Saúde da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) contou com a presença da coordenadora-geral de Monitoramento e Avaliação do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS (DEMAS), Juliana Souza Zinader e com a chefe de Divisão do Departamento de Informática do SUS (DATASUS), Márcia Marinho.

O encontro que congregou especialistas de diversos países, na última semana, tratou sobre padrões para arquitetura da informação, interoperabilidade entre sistemas e dispositivos médicos. Além disso, temas como segurança da informação, serviços terminológicos e identificação de produtos medicinais foram abordados na oportunidade.

A coordenadora Juliana Zinader lembra da importância da participação do Ministério no encontro. “O Brasil lidera o projeto de segurança para sistemas de saúde hospedados em nuvem e vem desempenhando papel relevante no grupo internacional desde 2007. As normas discutidas durante o encontro são estruturantes para o DigiSUS (estratégia e-Saúde) ”, reforça.

Márcia Marinho, por sua vez, avalia ainda que o conhecimento e a troca de experiências entre países que participam da construção e implementação destas normas é relevante para o amadurecimento das ações estratégicas nacionais. “O Brasil tem também tido papel relevante na elaboração de normas estruturantes, tais como o padrão internacional para arquitetura de e-Saúde (ISO 14639-2)”, diz.

O processo de padronização visa à implantação do registro eletrônico de saúde dos cidadãos como forma de ampliar o acesso às informações de saúde para a continuidade do cuidado. Também reforça a troca de informação clínica padronizada entre os diversos sistemas de informação, aprimoramento da gestão e melhor utilização dos recursos públicos.

A adoção de padrões para informática em saúde faz parte da estratégia DigiSUS, conforme o documento de visão pactuado pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), por meio da Resolução CIT nº 19.

Sobre o Comitê

O Comitê Técnico de Informática em Saúde, da ISO, é constituído por especialistas de cerca de 60 países com a finalidade comum de formular e harmonizar normas para tecnologia da informação em saúde.

Os padrões são utilizados por indústrias, governos, produtores de software e organizações de saúde possibilitando o intercâmbio de dados e promovendo a melhoria da qualidade do atendimento aos usuários do serviço de saúde.

No Brasil, o Comitê Técnico é representado pela Comissão de Estudo Especial de Informática em Saúde (ABNT/CEE-078) cuja missão é prover a sociedade brasileira de documentos normativos que possibilitem a interoperabilidade e a qualidade de serviços e sistemas de informação e comunicação em saúde, com a proteção da privacidade e confidencialidade da informação, em colaboração com organismos nacionais e internacionais.

Próximo encontro

O próximo encontro será no Campus UniCesumar em Maringá, no Paraná, de 30 de abril a 4 de maio de 2018. Esta será a segunda vez que o Brasil recebe o comitê. O Rio de Janeiro sediou pela primeira vez o encontro em 2010.

  

Por Samara Neres, do Nucom SE

 

Coordenação-Geral de Disseminação de Informações em Saúde tem novo titular

virginioO novo titular da Coordenação-Geral de Disseminação de Informações em Saúde, do Departamento de Informática do SUS (CGDIS/DATASUS), Virgínio Vieira, terá como principal objetivo participar da formulação e implementação das políticas de tecnologia da informação e comunicação do SUS, bem como da definição dos padrões para a captação, o armazenamento, a segurança e a transferência de informações em saúde.

Com mais de 20 anos de experiência em gestão de tecnologia da informação (TI), o servidor já atuou em áreas como análise de negócios internacionais para outsourcing, gestão de serviços para automação bancária, consultoria da qualidade do atendimento em serviços e gestão de serviços para automação de escritórios.

Virgínio possui graduação em Administração pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e mestrado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Servidor concursado da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro desde 2008, o novo coordenador foi designado, em 2015, como ponto focal da Secretaria Municipal de Administração (SMA-RJ) na modelagem e otimização do processo de consolidação e produção de informações gerenciais.

O desafio do novo titular da área será, entre outros, apoiar, no âmbito do SUS, iniciativas relacionadas à inclusão digital e a elaboração de normas técnicas e padrões para informática em saúde, além da gestão de informações de programas e ações do Ministério da Saúde.

 

Saúde lança edital para informatizar 100% das unidades básicas do SUS

Medida viabiliza a adesão de todos os municípios ao prontuário eletrônico até o final de 2018. Empresas serão credenciadas para fornecer equipamentos e serviços de informática no país todo

Municípios de todo o país terão estrutura para instalar o prontuário eletrônico. O serviço será garantido por meio de edital do Ministério da Saúde lançado nesta quarta-feira (8/11), em Brasília. A concorrência vai cadastrar empresas das cinco regiões do Brasil para oferecer suporte de informática, como conectividade, equipamentos e treinamento de pessoal. A meta é que todas as Unidades Básicas de Saúde, porta de entrada do SUS e mais próximas da população, estejam informatizadas até o fim de 2018.

Com a iniciativa, todos os dados de atendimento do paciente, como prescrição de medicamentos, exames e consultas ficarão registrado nacionalmente e poderão ser consultados em qualquer Unidade Básica de Saúde do país. A adesão ao sistema eletrônico traz benefícios na qualificação do atendimento, evitando repetição de exames e encaminhamentos desnecessários, além do maior controle do gasto público. Estudo do Banco Mundial estima economia de R$ 22 bilhões por ano com a maior eficiência neste atendimento.

O projeto contará com investimento inicial do Ministério da Saúde de R$ 1,5 bilhão por ano e chegará a R$ 3,4 bilhões por ano em 2019. Atualmente, 64% das Unidades Básicas de Saúde não utilizam prontuário eletrônico, equivalente a 27,3 mil serviços. No país, só 30 milhões de brasileiros têm seus dados registrados digitalmente. Pelo projeto, todas as unidades poderão ser contempladas, inclusive com apoio de custeio para a manutenção dos serviços digitais já oferecidos. A previsão é que sejam fornecidos até 311 mil computadores, 293 mil tablets, 138 mil impressoras e 42 mil multifuncionais.

O edital para credenciamento está disponível no Portal do Ministério da Saúde (www.saude.gov.br). Todas as empresas interessadas, independente do porte, podem participar. Elas devem se credenciar informando as características e funcionalidades de suas soluções e municípios em que pretendem atuar, permitindo que empresas com atuação regional também sejam contempladas.

A previsão é que no início de dezembro as cidades comecem a escolher o projeto que melhor atenda seu território. Em seguida, a concorrente selecionada deverá realizar uma visita técnica ao município, montando o cronograma de implantação do sistema de informatização das unidades. A empresa indicada deverá fornecer toda a informatização das unidades, desde equipamentos, dispositivos, sistemas de prontuário eletrônico e conectividade até os serviços necessários de implantação, treinamento, suporte e manutenção.

A transmissão 100% digital dos dados da rede municipal à base nacional permite ainda que o Ministério da Saúde verifique online como está sendo investido cada real do SUS na saúde do brasileiro. Com isso, será possível planejar e avaliar melhor as políticas de saúde.

REPASSES – O Ministério da Saúde pagará um valor mensal pelo serviço, em um contrato que deve durar 60 meses. A tabela dos valores foi definida por meio de um estudo técnico, e os repasses devem variar entre R$ 4 mil a R$ 7 mil mensais para uma UBS padrão, de acordo com a estrutura e dispositivos necessários a cada unidade de saúde, além da classificação de dificuldade em implantar o sistema de informatização no município.

Em relação a contrapartida, para os municípios que não possuem informatização, o Ministério pagará o valor total à empresa fornecedora do serviço e descontará até 50% do montante do repasse do Piso da Atenção Básica do município. O município que já possui UBS informatizada poderá receber da pasta até 50% do valor para auxiliar no custeio da informatização existente, desde que os dados sejam mensalmente enviados ao Ministério da Saúde.

Pelo modelo da proposta, cada empresa será responsável pela solução completa, não haverá necessidade de licitar qualquer outro item. Os critérios de qualidade dos serviços e o investimento inicial de cada empresa irão garantir as soluções sempre em funcionamento. O conjunto de empresas credenciadas montará uma estrutura para atender o maior número possível de municípios, viabilizando a implantação nas UBS em menos de 12 meses.

PRONTUÁRIO ELETRÔNICO – Atualmente, o Brasil possui 42.495 UBS em funcionamento. Deste total, 15.488 UBS (35%), localizadas em 3.070 municípios enviam dados por meio do Prontuário Eletrônico. O Ministério da Saúde oferece gratuitamente o e-SUS AB, mas os municípios podem optar por desenvolver ou utilizar seus sistemas próprios.

Com a plataforma digital, todos os serviços de saúde do país poderão acompanhar o histórico, os dados e resultado de exames dos pacientes, verificar em tempo real a disponibilidade de medicamentos ou mesmo registrar as visitas de agentes de saúde, melhorando o atendimento ao cidadão.

Texto: Agência Saúde