O Departamento de Informática do SUS - DATASUS, apresentou através de seu diretor, Jacson Barros, a nova estrutura do departamento, com a criação das Coordenações-Gerais de Inovação em Sistemas de Saúde - CGISD, Governança e Gestão de Projetos em Tecnologia da Informação e Comunicação – CGGOV e Sistemas de Informação e Operação – CGSIO, que juntamente com a Coordenação-Geral de Infraestrutura – CGIE, completam os quatro pilares na nova estrutura do departamento. A frente das Coordenações-Gerais estão:

 

            Henrique Nixon Souza da Silva – CGSIO

            Roberta Massa Batista Pereira – CGGOV

            Juliana Pereira de Souza Zinader – CGISD

            Frank James da Silva Pires – CGIE

ORGANOGRAMA FOTOS

A nova equipe tem como objetivo gerir a evolução tecnológica do SUS e ampliar a comunicação com todos entes e usuários do departamento, estando alinhada com os objetivos da estratégia e-Saúde (Saúde Digital) para o Brasil. Jacson Barros ressaltou ainda a importância da Coordenação de Suporte ao Usuário – COSUP, criada para realizar o atendimento e suporte ao usuário de forma ágil e transparente. Um dos principais projetos da nova gestão tem como foco a inovação e a integração de informações na Saúde.

Projetos Estratégicos:

RNDS - Rede Nacional de Dados em Saúde é uma plataforma com o objetivo de promover a criação de um Prontuário Único do Paciente através da troca de informações entre diversos níveis de atenção à Saúde, permitindo a continuidade do cuidado com qualidade, garantindo maior eficiência no atendimento clínico do cidadão e a redução dos custos na gestão da saúde.

 Rede RNDS

Ressaltando a importância do novo Plano Diretor de Tecnologia de Informação e Comunicação-PDTIC (2019/2021), assim como os seus objetivos estratégicos:

 

  • Promover a tecnologia de informação e comunicação;
  • Contribuir na governança e na ampliação da comunicação com as demais instituições;
  • Investir em inovação e integração das informações em Saúde.

 

Destacou a importância da manutenção das tecnologias existentes e fortalecimento das ações já realizadas pelo DATASUS e demais departamentos do Ministério da Saúde. Informou que também foi criado um Núcleo para a discussão da nova Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD e seus possíveis impactos na saúde, visto a importância do tema.

 

 

No final da apresentação, foi aberto espaço para questionamentos sobre o novo momento do DATASUS, com os representantes das áreas de tecnologia da Secretarias de Estado de Saúde. Por fim, agradeceu a oportunidade e ressaltou a importância deste canal entre o DATASUS e o CONASS.

 

 

 

 

 

O novo diretor do Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SE/MS), Jacson Venâncio de Barros, terá o compromisso de garantir a continuidade das ações de informatização e modernização do Sistema Único de Saúde, em consonância com as orientações e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde.

Avançar tecnologicamente, manter a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos, além de resgatar a confiança dos usuários do SUS, a partir da total disponibilidade dos sistemas de informação em saúde, são algumas das demandas prioritárias de gestão. A portaria de nomeação foi publicada no Diário Oficial da União da última quarta-feira (6/2).

Servidor efetivo da Fundação Faculdade de Medicina e também do Hospital das Clínicas (HCFM-USP), maior complexo médico da América Latina, coordenou projetos estratégicos como a implantação do Sistema de Gestão Hospitalar e do Prontuário Eletrônico da instituição. Antes de assumir a função no MS, Jacson estava à frente da Diretoria Corporativa de TI do HC, sendo responsável pela consolidação dos dados do hospital e pela definição de estratégias para suporte a decisões institucionais.

O dirigente é membro efetivo da Câmara Técnica de Informática em Saúde do Conselho Federal de Medicina desde 2016. Nesse período de contribuições no CFM, participou do desenvolvimento da nova política de Telemedicina do Brasil e também contribuiu na adequação de resolução que orienta sobre a digitalização do Prontuário Eletrônico do Paciente (PEP).

É graduado em Engenharia Elétrica e possui mestrado em Ciências Médicas. Doutorando em Informática Médica pela USP acumula mais de 28 anos de experiência em tecnologia da informação com foco em saúde. Além disso foi professor universitário do curso Sistemas de Informação da Universidade Estácio de Sá.

 

Publicação: 14 de fevereiro de 2019

fernandoQuando se fala em fazer o bem ao próximo, a primeira coisa que pode vir à mente é algum trabalho de assistência social, de doação de itens como alimentos, roupas, brinquedos, ou até mesmo dinheiro a instituições. Mas existem muitas outras formas de fazer a diferença na vida das pessoas, algumas que saem totalmente do convencional.  

Uma dessas formas nada comuns de se fazer o bem é ajudar candidatos com necessidades especiais em concursos. Este é o caso do servidor do DATASUS Fernando Mesquita Rodrigues, e sua esposa, Cláudia Lilian Reich Marques, que doam algo tãoimportante quanto um item de necessidade básica: o tempo. Eles atuam como ledores e transcritores para candidatos que se encontram impossibilitados de fazerem a leitura das provas. “Normalmente, são pessoas com deficiência visual, com deficiência física, com transtornos funcionais específicos, acidentadas entre outras”, explica Fernando.

Graduado em Direito, Administração e Informática, o Analista de Organização e Métodos trabalha no DATASUS desde a sua criação, em 1991. Atualmente, ele está lotado na Divisão de Manutenção de Sistemas de Saúde. Fernando conta que ele e Cláudia, que é comissária de bordo aposentada, decidiram fazer esse trabalho porque procuravam formas de ajudar o próximo e de, ao mesmo tempo, se sentirem prestativos. “Sempre tivemos a preocupação com a realização de algo nessa área. Achamos que é uma forma de contribuir para uma sociedade mais solidária, inclusiva, justa, igualitária e feliz”, completou.

Somos os olhos do candidato

Ele explica que os ledores podem atuar na leitura de provas, exames, livros, periódicos, entre outros materiais. “No momento das provas, somos os olhos do participante. Transformamos o conteúdo da linguagem escrita, constante nos diversos tipos de provas, em uma linguagem oral, de forma a dar possibilidades ao participante especializado de realizar o exame em igualdade de condições com os demais participantes”, disse.

Já a função do transcritor, de acordo com Fernando, é a de transcrever as respostas das pessoas que se encontram impossibilitadas. “Transcrevemos todas as respostas determinadas pelo participante, tais como: marcações no cartão resposta, rascunho de redação, redação final e rascunho de cálculos”, explica.

Perguntado sobre alguma história que tenha sido marcante neste trabalho, Fernando diz que todas as participações são marcantes. “Cada participante especializado é uma história de superação de vida. Cada atuação é uma nova experiência e um novo aprendizado. Todos são muito importantes”, enfatiza.  

“Ao atuar como ledor/transcritor, ajudamos o participante em um processo de inclusão na sociedade, colaboramos para que o candidato realize sua prova, absorvemos experiências enriquecedoras, nos sentimos úteis à sociedade, dentre outros aspectos positivos. É uma satisfação poder colaborar para que um participante especializado possa se inserir no contexto social e profissional”, completa o analista, que contou ainda que sua esposa Cláudia, além de atuar nessa função junto com ele, também é voluntária no Centro de Transplante de medula Óssea.

Não foi por acaso que descobrimos a história do Fernando e desse lindo trabalho que ele realiza junto com sua esposa. E também não foi ele quem nos contou diretamente. Quem teve a ideia de contar essa história foi o Analista da Coordenação-Geral de Disseminação de Informações em Saúde (CGDIS), José Carlos de Souza Santos Jorge. “Durante cerca de 10 anos, fui gerente do Fernando e pude constatar a dedicação profissional que ele tem ao SUS. Este trabalho apenas confirma que ele é uma pessoa sensacional”, avalia.

Se você realiza algum trabalho voluntário e tem uma história legal para contar, ou se conhece alguém do DATASUS que atue em alguma ação como esta, entreem contato com a Comunicação e inspire outras pessoas a fazer o bem!

 

Por Tabita Marinho, do Nucom/DATASUS/SE/MS

diego“É um gesto incrível. Você doa algo que está sobrando para você, e que está faltando para outra pessoa. E não faz mal, muito pelo contrário, só faz bem, para quem doa e para quem recebe”. Quem faz essa avaliação é o analista de infraestrutura de redes do setor de videoconferência do DATASUS, Diego Menezes, 33 anos. Doador de sangue há cerca de dois anos, Diego foi motivado pela esposa, Leilane Menezes, e também pela vontade que tinha de fazer algo para ajudar outras pessoas.

Porém, o gesto passou a fazer muito mais sentido quando quem precisou de doação de sangue foi alguém muito próximo: o filho do casal, Daniel, de um ano e quatro meses, que ficou na UTI logo que nasceu, por conta de convulsões neonatais. “Quando você vê a coisa acontecer com você, com alguém da sua família, você percebe que doar sangue não é apenas um gesto automático ou alguma forma de realizar uma ação social. Você percebe que as pessoas precisam de verdade, e que isso naquele momento pode significar a vida delas”, disse.

“Minha maior motivação foi saber que poderia salvar vidas”, afirma Wadson Antunes dos Santos, 29 anos, que atua no DATASUS como analista de suporte, também no setor de videoconferência. Ele conta que foi incentivado a se tornar doador pelas campanhas veiculadas na TV. “Sempre via, ao final do ano, ou próximo ao carnaval, as propagandas pedindo para que as pessoas fossem ao hemocentro doar sangue, e há quatro anos fui pela primeira vez”, disse o analista, que ainda completou: “Nós estamos neste mundo para ajudar as outras pessoas. Um gesto que parece tão simples torna-se um ato nobre, o ato de se doar e de doar vida para quem precisa”, disse.

wadsonTem sempre alguém precisando de você

O Ministério da Saúde lançou, recentemente, a campanha nacional ‘Doe Sangue Regularmente, Tem Sempre Alguém Precisando de Você’, que tem como principais objetivos ampliar a doação de sangue no país e sensibilizar novos doadores.

No Brasil, cerca de 1,6% da população doa sangue – 16 a cada mil habitantes. Embora o percentual fique dentro dos parâmetros da OMS – de pelo menos 1% da população – o Ministério da Saúde tem trabalhado para aumentar o número de doadores.

 

Ferramenta é a principal porta de acesso às informações do SUS

youtube digisusUm vídeo produzido pelo Departamento de Informática do SUS (DATASUS/SE/MS) apresenta as funcionalidades e os benefícios do aplicativo Meu DigiSUS, principal porta de acesso às informações de saúde do SUS.

A ferramenta integra mais de 12 sistemas de saúde, possibilitando que a população tenha na palma da mão os dados clínicos e pessoais.

Os cidadãos podem acompanhar, via celular, suas consultas e exames ambulatoriais, nas UBS informatizadas; dispensação de medicamentos; visualização do histórico de suas solicitações; posição na fila do Sistema Nacional de Transplantes; entre outras funcionalidades relacionadas à saúde pública.

Assista ao vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=XsCMBDAQ9M4&t=154s