Download do TabWin

Encontra-se disponível para download o programa Tab para Windows - TabWin. Este programa incorpora uma série de novos recursos em relação ao Tab para DOS, facilitando ainda mais o trabalho de tabulação e tratamento dos dados. O TabWin permite que você:

  • • importe as tabulações efetuadas na Internet (geradas pelo aplicativo TABNET, desenvolvido pelo DATASUS e utilizado na página Informações de Saúde deste site);
  • • realize operações aritméticas e estatísticas nos dados da tabela gerada ou importada pelo TabWin.
  • • elabore gráficos de vários tipos, inclusive mapas, a partir dos dados dessa tabela;
  • • efetue outras operações na tabela, ajustando-a às suas necessidades.

Para os usuários do setor Saúde, o programa facilita:

  • • construção e aplicação de índices e indicadores de produção de serviços, de características epidemiológicas (incidência de doenças, agravos e mortalidade) e dos aspectos demográficos de interesse (educação, saneamento, renda e etc) - por estado e município;
  • • o planejamento e programação de serviços;
  • • a avaliação e tomada de decisões relativas à alocação e distribuição de recursos;
  • • a avaliação do impacto de intervenções nas condições de saúde.

Veja as alterações incluídas nesta versão, em comparação com as versões beta anteriores, consultando o histórico das versões ou o arquivo HISTORIA.TXT, distribuído junto com o programa TabWin.

Download Programa
Os arquivos compactados abaixo contêm os componentes básicos que permitem o funcionamento do Tab para Windows.

Sugerimos que você crie uma pasta, em seu computador, chamada TabWin, e copie o arquivo abaixo para essa pasta.

Clique no nome do arquivo para copiá-lo. Note que, como esse arquivo está compactado no formato .ZIP, você irá precisar dos programas PKUNZIP®, WINZIP® ou similares para descomprimi-lo, posteriormente, em sua máquina.

Veja as Instruções de Instalação e Operação.

Nome

Tamanho (Kb)

Descrição

Tab415.zip

14.648

Versão 4.15 do Tab para Windows

Veja as Instruções de Instalação e Operação

TabWin.pdf

1.342

Manual do TabWin, em formato PDF (139 páginas) - versão imprimível do arquivo de ajuda.

TabHelpHtm.zip

1.743

Arquivo de ajuda do TabWin, em formato HTML. Descompacte este arquivo para o diretório de sua preferência e acesse a partir do arquivo tabwin32.htm.

bdeinst.zip

3.571

Arquivo de instalação do BDE - motor de banco de dados da Borland, necessário para acessar bancos de dados relacionais. Veja as instruções.

VERDBF.zip

518

Programa VerDBF, versão 1.73.

Este programa é um visualizador de arquivos no padrão DBF, com funções adicionais de pesquisa, indexação e alteração de dados. Para instalá-lo, descompacte o arquivo, de preferência no mesmo diretório de instalação do TabWin.

Veja a ajuda do VerDBF para maiores detalhes (arquivo VerDBF.HLP, constante do pacote VERDBF.ZIP).

Nota: A partir da versão 3.0 em diante, a maior parte das funções do VerDBF estão incorporadas ao TabWin, através do menu Arquivo/Ver arquivo .DBF. O VerDBF não está mais sendo mantido.

 

  1. Crie em seu micro uma pasta com o nome TabWin.
  2. Transfira todos os arquivos copiados da Internet para essa pasta.
  3. Descompacte o arquivo TAB36b.ZIP neste mesmo diretório.
  4. Com a descompressão serão gerados os seguintes arquivos:

  • tabwin32.exe: programa executável;
  • Tabwin32.hlp: arquivo de help da versão 2.2, utilizado também pela versão 3.0;
  • Tabwin32.cnt: complemento do arquivo de help da versão 2.2, utilizado também pela versão 3.0;
  • dbf2dbc.exe: programa para comprimir e expandir arquivos de tipo DBF e DBC;
  • Impborl.dll: rotina necessária para manipular os arquivos comprimidos;
  • Historia.txt: histórico das versões;
  • msxsl.exe: módulo da Microsoft para tratamento de folhas de estilo XSLT;
  • CarregaWayPoint.xsl: folha de estilos para tratar Way Points;
  • DocTabWin.htm e defcnv.htm: arquivos de ajuda que já estão em formato HTML;
  • sql2.gif: imagem referenciada pelo DOCTABWIN.HTM;
  • autoexec.r: arquivo utilizada para ativação do software R;
  • menu.r: arquivo utilizado para criar o menu TABWIN no R interativo;
  • modelo.rx: modelo vazio de script para o R.

  5. Descompacte os arquivos de mapas copiados da Internet. Serão gerados arquivos com a extensão MAP.
  6. Verifique se os arquivos de definição (DEF) e de conversão (CNV) a serem usados estão disponíveis em seu computador. Caso não estejam, copie-os a partir do MS-BBS ou da guia de Download de Arquivos.
  7. Para uso dos esquemas de análise do R, veja a página correspondente.
  8. Verifique se os arquivos de dados (com extensão DBF ou DBC) a serem tabulados estão disponíveis no disco rígido ou no drive de CD-ROM da sua máquina.

O Tab para Windows está pronto para ser rodado.

   1. Carregue o programa clicando no arquivo TABWIN32.EXE.
   2. (Opcional) Crie um atalho na área de trabalho do Windows para automatizar a abertura desse programa.
   3. Depois de aberto o programa, clique no botão Help para ver as instruções de uso do mesmo.

É conveniente associar os arquivos com extensão TAB ao programa TabWin. Isto permite que, ao se clicar sobre um arquivo com essa extensão, o TabWin seja automaticamente aberto.

Com isto, clicando sobre o link Copia para TabWin, que aparece logo abaixo das tabelas geradas em nossas páginas de Informações de Saúde, o TabWin será automaticamente aberto exibindo essa tabela.

Para fazer esta associação, basta abrir o programa e utilizar a opção Associar extensão .TAB.

Para fazer manualmente, podem ser utilizados os próprios recursos do Windows. Dependendo da versão do Windows, os passos podem variar, mas consistem em:

   1. Abrir as Opções de Pastas, através do Painel de Controle ou do Windows Explorer;
   2. Na guia Tipos de Arquivo, defina um Novo Tipo;
   3. Defina a extensão como tab, o tipo de arquivo como Arquivos TabWin e o tipo de conteúdo (MIME) como application/vnd.datasus.tabulacao (dependendo da versão, nem todas estas opções são exibidas);
   4. Configure o programa TabWin (c:tabwintabwin32.exe, por exemplo) à ação de abrir (open) este tipo de arquivo. Observe que se o TabWin já estiver registrado, aparecerá como "Programa de Análise Exploratória".

Eventualmente, dependendo do seu browser e versão, pode ser necessário registrar, também nele, o tipo de conteúdo (MIME type: application/vnd.datasus.tabulacao), a extensão (.tab) e o aplicativo (c:tabwintabwin32.exe).

Em caso de dúvida ou problema, fale conosco.

O programa Dbf2Dbc pode ser executado numa tela de prompt de comando, chamado de um outro programa ou chamado em um arquivo de lote (.bat).

Seus parâmetros são:

  • máscara_de_entrada
  • diretório_de_saída
  • -t

A máscara_de_entrada indica o arquivo ou conjunto de arquivos (se utilizados os caracteres coringa * e/ou ?) a comprimir ou descomprimir. Se os arquivos tiverem a extensão DBF, serão comprimidos em DBC; se tiverem a especificação DBC, serão expandidos em DBF. A máscara_de_entrada pode conter o drive e diretório.

Exemplos:
   D:ARQUIVOS*.DBF (os arquivos serão comprimidos)
   ..rd??06*.dbc (os arquivos serão expandidos)
   c:entradateste*.db? (os arquivos dbc serão expandidos e os dbf comprimidos)

O diretório_de_saída é opcional e indica o drive e diretório onde os arquivos serão gravados. Se não especificado, os arquivos serão gravados no diretório corrente.

Se for especificado o parâmetro -t, o programa testará a integridade dos arquivos de extensão DBC, conferindo o seu CRC (cyclic redundancy check). Neste caso, o diretório_de_saída não deve ser especificado.

Novidades

ATUALIZAÇÕES

Estão disponibilizadas nesta área as versões de sistema do Tabwin

Versão do TabWin 05/07/2010

Versão 3.6b do TabWin

Está disponível, na área de download, a versão 3.6b do TabWin, com correções na função de recuperação de tabulações, na janela de log.

Veja o histórico das versões e a documentação para mais detalhes.


30/10/2009

download, a versão 3.6 do TabWin, com novas implementações e correções.

Está disponível, na área de download, a versão 3.6b do TabWin, com correções na função de recuperação de tabulações, na janela de log.

Veja o histórico das versões e a documentação para mais detalhes.


16/06/2008

Atualização do pacote da versão 3.5

O arquivo autoexec.r do pacote de distribuição do TabWin foi atualizado, pois a biblioteca grDevices não é mais carregada automaticamente nas novas versões do R.


03/02/2006

download, a versão 3.4 do TabWin, com novas implementações e correções.

Está disponível, na área de download, a versão 3.6b do TabWin, com correções na função de recuperação de tabulações, na janela de log.

Veja o histórico das versões e a documentação para mais detalhes.


25/07/2005

Versão 3.3 do TabWin

Está disponível, na área de download, a versão 3.6b do TabWin, com correções na função de recuperação de tabulações, na janela de log.

Veja o histórico das versões e a documentação para mais detalhes.


04/04/2005

Versão 3.3 do TabWin

Está disponível, na área de download, a versão 3.2 do TabWin, com novas implementações.

Destacamos as novas implementações nas consultas SQL, na exibição de arquivos DBF (inclusive com interface com o R), interface com o software TerraView e novas funções e melhorias na edição de arquivos DEF e CNV.:

Veja as novidades e o histórico das versões para mais detalhes.



Tabwin+R Introdução

Tabwin+R é uma interface aberta entre o Tabwin e o software R que permite adicionar ao Tabwin uma grande capacidade de análise de dados de forma fácil e transparente para os usuários das informações do SUS.

Como o uso de técnicas de análise estatística não estava implementada no programa, os pesquisadores eram obrigados a exportar os dados e indicadores obtidos pelo TabWin para outras ferramentas de análise. A troca dos dados de uma ferramenta para outra, embora simples para o usuário experiente, é uma barreira para quem faz pela primeira vez. Ainda mais, vários desses programas, além de serem produtos comerciais, são de difícil aprendizagem e não dispõem de versão em português o que é um desestímulo a disseminação do uso das técnicas estatísticas.

A interface aberta implementada no Tabwin e a flexibilidade do R permitem que, além dos esquemas de análise distribuídos pelo DATASUS, a própria comunidade de usuários, na academia e nos serviços, possa criar novos esquemas de análise e acrescentá-los ao acervo disponível.

O que é o R.

R é uma linguagem e um ambiente para computação estatística e gráficos. É um projeto GNU que é similar à linguagem do ambiente S, que foi desenvolvido no Bell Laboratories (Antiga AT&T, agora Lucent Technologies) por John Chambers e colegas.

R fornece uma ampla variedade de técnicas estatísticas (linear, não linear, testes estatísticos clássicos, análise de séries temporais, classificação, "clustering", ...) e gráficas, e é altamente extensível.

Uma dos pontos fortes do R é a facilidade com que gráficos com qualidade de publicação bem desenhados podem ser produzidos, incluindo símbolos matemáticos e fórmulas aonde necessárias.

R é distribuído como Software Livre, nos termos da Licença Pública Geral GNU da Free Software Foundation como código fonte. R compila e executa sob uma ampla variedade de plataformas UNIX e similares (incluindo Linux e FreeBSD) além de Windows 9x/NT/2000 e MacOS.


Como usar os esquemas de análise

Para usar os esquemas de análise do Tabwin+R você não precisa conhecer nada da linguagem R, mas precisa instalar os executáveis do R em seu computador.

De onde baixar o R

O página oficial do R é http://www.r-project.org/ onde você pode obter informações sobre o R e baixar os executáveis para Windows. Vá a área de downloads, entre no CRAN, e procure um sítio perto de você. (existem espelhos no Brasil).

Clique em "Windows(95 and later)", na página seguinte clique em "base" e escolha o programa de setup para baixar. No momento de geração deste documento se chamava rw1091.exe. (aproximadamente 21 megabytes). Outra alternativa, para quem tem conexão lenta, é clicar em "Mini"e baixar o miniR que são 9 arquivos de até 1.44 Megabytes.

Instalando o R em Windows.

Após baixar o arquivo rw1091.exe em um diretório temporário basta executá-lo que o processo de instalação irá conduzi-lo até o fim.

Importante: Em um dos diálogos de instalação você pode confirmar se quer registrar a extensão .Rdata, que é o padrão. Não desmarque o checkbox porquê é através do registro desta extensão no Registry do Windows que o Tabwin vai descobrir se o R está instalado e em que diretório.

Baixando os esquemas do site do DATASUS.

Você pode conhecer os Esquemas de Análise já existentes no site do DATASUS na página Internet abaixo:

Biblioteca de Esquemas de Análise com R

Nessa página além de examinar a biblioteca disponível no DATASUS, você baixa também um arquivo zip que contém os fontes de todos os arquivos RX que você pode expandir no diretório do TabWin ou em um diretório de sua conveniência.

Voce também pode obter informações sobre o uso do TabWin+R e da Biblioteca Esquemas de Análise visitando o fórum de análise de informações em saúde, parte do fórum do DATASUS que é voltado para o uso destes programas.

Ativando os esquemas de análise.

Se durante a iniciação do Tabwin for detectado que o R está instalado nessa máquina, o menu tradicional de estatística será substituído por uma nova opção denominada "Análise com R". Nesse caso, para usar os esquemas de análise basta, com um quadro aberto no Tabwin, clicar na opção de menu principal "Análise com R" ou então simplesmente teclar ‘Alt+R’.

Isso vai resultar na abertura de uma nova janela do Tabwin que tem, em sua parte superior, os títulos de todos os esquemas de análise disponíveis no diretório inicial. Você pode escolher outro diretório clicando no botão "Biblioteca"

Ao percorrer cada umas das opções desta lista, aparecerá, na parte inferior da janela, a descrição detalhada do esquema onde você pode saber quando se aplica, quais as suas restrições e um pouco de teoria e referências para você estudar o assunto em mais detalhe. Ao mesmo tempo, para cada esquema de análise, você vai sendo informado do autor do esquema, do seu e-mail e qual a versão do esquema instalado.

Para executar o esquema selecionado basta clicar no botão OK ou dar um duplo clique na lista de esquemas. Vai aparecer por um instante uma janela DOS que será substituída pela janela de informações do TabWin na qual você verá os resultados da análise procedida.

Se, eventualmente a análise produzir gráficos os mesmos vão aparecer em uma janela própria a partir da qual podem ser visualizados, impressos, salvos, copiados para o "clipboard" etc...

Se um esquema produzir mais de uma imagem gráfica, você verá, na barra de ferramentas da janela gráfica, um botão com os números dos gráficos gerados. Para visualizá-los basta clicar no número correspondente.

Se algo der errado? q()

A janela DOS que aparece rapidamente com o título "Rterm" indica que o R está interpretando o esquema de análise que você ativou. Eventualmente, se for encontrado um erro que não permita concluir o esquema normalmente, uma mensagem de erro vai surgir nesta janela e o programa vai aguardar que você tome conhecimento da mesma e feche manualmente a janela.

Para fechar a janela que está executando uma sessão do R você deve teclar q(), que é a função do R para encerrar a sessão, e teclar Enter.

Onde colocar os esquemas de análise.

Junto com o Tabwin+R você recebeu um conjunto de arquivos com a extensão RX. Cada um destes arquivos contém um esquema de análise de dados implementado em R. Estes arquivos, na versão atual do Tabwin, estão sendo instalados no mesmo diretório onde fica o tabwin.exe. Entretanto, qualquer diretório com pelo menos um arquivo com extensão RX é considerado uma biblioteca de esquemas de análise. Se você usar o botão "Biblioteca" um diálogo de seleção de arquivo vai abrir e você pode ir para qualquer diretório que contenha esquemas de análise e escolher um arquivo que a biblioteca será trocada. A caminho da última biblioteca selecionada será gravado no arquivo "tabwin.ini".

Abrindo o R em janela separada

Para usuários experientes no R o Tabwin oferece uma alternativa para ativar o programa carregando automaticamente no mesmo os dados que você está usando.

Basta clicar no botão que tem um R azul na barra de ferramentas ou, via menu, em "Arquivo/Abre R em janela separada".

Neste caso, além dos objetos "tabela","titulo","subtitulo","rodape" e "nomemapa", também o objeto "dirtabwin", que contém o diretório onde está o executável do TabWin é criado no ambiente do R.

Além disso o arquivo "menu.r" existente no diretório do TabWin, é imediatamente executado e cria o menu "TabWin" na barra de menus do R interativo. Este menu inclue funções para facilitar e exportação e importação de dados com o TabWin

Após a ativação do R não há mais interação entre os dois programas e cada sessão fica independente.


Como criar esquemas de análise

Para criar esquemas de análise você precisa conhecer a linguagem do R. (Ensinar o R não está no objetivo deste documento). O página oficial do R contém vários documentos para quem quer aprender o R. Além disso, podemos encontrar na Internet, alguns tutoriais em Português cujos links estão abaixo:

Tutorial de R no Departamento de Estatística da UFPR

p>"Biostatística usando R" por Colin Robert Beasley da UFPA (em PDF)

p>Dados para acompanhar o tutorial do professor Beasley

Se você já conhece o R este documento vai explicar como criar os seus próprios esquemas de análise dentro do TabWin.

Como funciona a comunicação com o R

A comunicação com o R se dá de forma muito simples. Inicialmente, após a seleção de um esquema, o Tabwin cria, no diretório corrente, dois arquivos: um, de nome ".Rprofile", com o programa em R para executar o esquema, e outro, de nome "tabwin.in" com o conteúdo do quadro no formato próprio para ser carregado pelo R.

Após a criação dos arquivos, o Tabwin cria um processo no Windows que executa o R no diretório corrente e fica aguardando que o programa em R chegue ao seu término

Após o termino do processo o Tabwin verifica se foram criados e carrega, nas janelas próprias, os arquivos seguintes:

– "script.out" com os textos resultantes da análise;

– "tabwin.out" para substituir o quadro atual;

– "tabwin??.wmf" com os gráficos criados.

Estes arquivos permanecem disponíveis até a execução de outro esquema de análise e podem ser consultados com editores de texto, a exceção dos arquivos "tabwin??.wmf" que devem ser abertos com a opção "Ver Windows Metafiles" disponível no menu "Arquivo".


O arquivo RX

Os esquemas de análise ficam armazenados em um arquivo com a extensão RX que contém o programa em R e as demais informações necessárias a interface com o Tabwin. Veja abaixo em exemplo de um arquivo RX:

			<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
			<Rscript>
			<titulo>Regressão Linear</titulo>
			<descricao>
			....
			Descrição e notas técnicas sobre o esquema de análise.
			....
			</descricao>
			<autor>Oswaldo G Cruz</autor>
			<email>Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.</email>
			<versao>1.0</versao>
			<parametro>Entre com a formula a ser usada (ex: x ~ y+z) </parametro>
			<script>
			grafico.tabwin()
			reg <- lm(as.formula(parametro),data=tabela)
			summary(reg)
			par(mfrow = c(2,2))
			plot(reg)
			tabela$resíduos <- reg$residuals
			carrega.tabwin(tabela)
			</script>
			</Rscript>
		

Como vemos, um arquivo RX é um documento XML que contém o programa em R e outras informações para uso do Tabwin, contidas em marcadores (tags) específicos que devem aparecer no arquivo exatamente como estão escritas aqui.

Embora você possa criar, alterar e salvar os arquivos .RX usando o editor de texto de sua preferência, o TabWin tem uma janela de edição própria que pode ser ativada pelo menu "Arquivo/Criar esquema de análise" ou teclando "Ctrl+R" e que, além de permitir a edição do esquema permite também a execução do mesmo.

Descrição dos marcadores
  • <Rscript> Este marcador obrigatório é a raiz do documento e contem todos os outros.
  • <titulo> Este marcador obrigatório contem o título do documento como vai aparecer na lista de esquemas disponíveis.
  • <descricao> Este marcador opcional contém a documentação do esquema de análise que vai ser mostrada ao usuário. Aqui deve ser colocada a finalidade do mesmo, suas restrições de uso, fundamentos teóricos e referências bibliográficas,
  • <autor>Marcador opcional com o nome do autor do esquema.
  • <email> Marcador opcional que contém o e-mail do autor.
  • <versao> Marcador opcional que contém a versão do esquema.
  • <parametro> Marcador opcional utilizado quando é necessário pedir ao usuário um parâmetro para a execução do esquema. Se este marcador estiver presente no esquema, o Tabwin, antes de ativar o R, vai abrir um diálogo com o usuário, com o texto contido neste marcador, pedindo que o mesmo digite o parâmetro. Neste caso o Tabwin vai criar, no ambiente do R, um objeto, de nome "parametro", contendo o texto digitado pelo usuário.
  • <parametro2>;Análogo ao anterior. Usado quando for necessário um segundo parâmetro que terá o nome "parametro2".
  • <colsel> Marcador opcional utilizado quando é necessário pedir ao usuário que selecione uma ou mais colunas. Se este marcador estiver presente no esquema, o Tabwin, antes de ativar o R, vai abrir um diálogo com o usuário, com o texto contido neste marcador, pedindo que o mesmo marque as colunas que serão utilizadas. Neste caso o Tabwin vai criar, no ambiente do R, um vetor, de nome "colsel", contendo a lista das colunas selecionas.
  • <colsel2> Análogo ao anterior. Usado quando for necessária uma segunda seleção de colunas que terá o nome "colsel2".
  • <script> Marcador obrigatório que contém o código R que executa o esquema de análise. Este programa atua sobre os objetos criados pelo Tabwin no ambiente do R e cria saída de texto, gráficos e, se necessário, carrega outro quadro de volta.
  • <exemplo> Marcador opcional que contem dados de exemplo para uso com o esquema de análise na forma de um arquivo .tab. Os dados de exemplo ajudam o compreender a técnica estatística utilizada e o formato em que os dados devem estar organizados no quadro do TabWin.
O arquivo .Rprofile

Antes de ativar o R o Tabwin cria, no diretório corrente, um arquivo com o nome de .Rprofile que o R executa automaticamente ao iniciar. Nesse arquivo o Tabwin cria vários objetos, inclui o texto do script e acrescenta, no final, a função q() para encerrar o processamento.

Abaixo um exemplo de arquivo .Rprofile criado a partir do arquivo RX acima, no qual o conteúdo do script aparece em vermelho para separar do que foi criado pelo Tabwin:

      		sink("script.out")
			titulo="TabWin:C:/tmp/tabwin/AIDS91.TAB"
			subtitulo=""
			rodape="    "
			tabela = read.table("tabwin.in",check.names=FALSE)
			parametro="taxa96 ~ pop96 + taxa91 + Diferença"
			grafico.tabwin = function(fundo="white", largura=7){
			  library(graphics); 
			  win.metafile("tabwin%02d.wmf", width=largura, height=largura);
			  par(bg=fundo)
			}
			carrega.tabwin = function(tabela) {
			  zz = file("tabwin.out","w");
			  cat("Titulo1=",titulo,"\n",file=zz);
			  cat("Titulo2=",subtitulo,"\n",file=zz);
			  cat("Rodape=",rodape,"\n",file=zz);
			  cat("Nomemapa=",nomemapa,"\n",file=zz);
			  close(zz);
			  write.table(tabela,"tabwin.out",sep=",", col.names=NA, append=TRUE)
			}
			grafico.tabwin()
			reg <- lm(as.formula(parametro),data=tabela)
			summary(reg)
			par(mfrow = c(2,2))
			plot(reg)
			tabela$residuos <- reg$residuals
			carrega.tabwin(tabela)
			
			q()
		
Os objetos criados pelo Tabwin no ambiente do R

Os seguintes objetos são criados sempre no ambiente do R.

  • tabela : Data frame contendo o quadro do TabWin, com os dados, nomes de linha e nomes de colunas. Os nomes das colunas não são transformados automaticamente em nomes válidos para o R. (check.names=FALSE)
  • titulo : String contendo o Cabeçalho1 do quadro do Tabwin.
  • subtitulo : String contendo o Cabeçalho2 do quadro do Tabwin.
  • rodape : String contendo o Rodapé do quadro do Tabwin.
  • nomemapa: String contendo o nome do arquivo mapa associado a tabela do TabWin com o path convertido para o padrão do R.
  • grafico.tabwin() : Função para abrir a janela de gráfico a ser capturada pelo Tabwin. O programa em R deve chamar esta função antes de usar qualquer comando que escreva um gráfico.
  • carrega.tabwin(x) : Função que cria um arquivo, contendo o data frame passado como argumento, para ser aberto pelo Tabwin em substituição ao quadro atual. Esta função devolve também ao Tabwin "titulo", "subtitulo" e "rodape".

Os seguintes objetos são criados no ambiente do R somente quando o marcador correspondente estiver presente no arquivo RX.

  • parametro: String contendo o parâmetro passado pelo usuário;
  • parametro2: String contendo o parâmetro passado pelo usuário;
  • colsel: Vetor contendo a lista das colunas selecionadas;
  • colsel2: Vetor contendo a lista das colunas selecionadas.

A utilização do autoexec.r

Como o Tabwin recria a cada esquema de análise o arquivo .Rprofile , cujo papel era de inicialização geral no R, foi implementado o processo que executa inicialmente um arquivo de nome "autoexec.r", se o mesmo existir no diretório do Tabwin.

Desta forma, o usuário avançado do R pode fazer a inicialização geral utilizando o Rprofile.site a ser criado no "diretório_do_R/etc" ou utilizando o autoexec.r no diretório do TabWin.


TabWin + SQL
Introdução:

O TabWin + SQL é uma interface entre o TabWin e os Bancos de Dados relacionais que usam a linguagem SQL para manipulação e recuperação de Informações e tem por objetivo o uso do programa para suportar os usuários dos novos sistemas distribuídos pelo DATASUS e que se baseiam em Bancos de Dados Relacionais.

Como a conexão é feita através do BDE (Borland Database Engine) é possível recuperar informações de todos os gerenciadores de banco de dados suportados pelo mesmo, tanto de forma nativa quanto via ODBC. Isto inclue não apenas dBase, Paradox e FoxPro mas também MySQL, PostGreSQL, FireBird, SQLite, Access, ORACLE, Interbase, SQLServer, SyBase, Informix, DB/2 e todos os bancos de dados que se conectam via ODBC.

Esta interface é ativada no início de execução do TabWin sempre que for detectado que o BDE está instalado na máquina. Neste caso ficam visíveis as opções de menu "Arquivo/Consulta SQL" e aparece na barra de ferramentas um botão com um "Q" vermelho no centro. Clicar em qualquer um deles vai ativar a janela "Consulta SQL".

O programa permite que consultas SQL sejam elaboradas pelo DATASUS e distribuídas aos usuários, juntamente com as aplicações que coletam as informações, permitindo que pessoas que não tenham conhecimento de SQL possam executar as mesmas em suas máquinas locais. Neste caso o usuário vê uma lista das consultas já cadastradas e pode executá-las simplesmente selecionando a consulta que quer e clicando no botão "Executar" ou "Salvar DBF".

Se a opção for por "Executar" a consulta será feita e o resultado vai aparecer em um quadro normal do TabWin no qual os dados podem ser usados diretamente como qualquer resultado de tabulação, gerando gráficos, mapas e podendo ser integrados a outras informações para a geração de indicadores.

Se a opção for pelo botão "Salvar DBF" o resultado da consulta vai ser salva em um arquivo tipo dBase que poderá ser usado mais tarde como entrada em uma tabulação tradicional através de arquivos DEF e CNVs ou mesmo o uso do SQL.

A esse modo de operar, no qual a complexidade do SQL fica escondida do usuário, chamamos de "Modo usuário".

Além desse, existe um modo de operar que chamamos de "Modo Programador" no qual se permite que usuários que já conheçam a linguagem SQL possam criar consultas localmente usando as informações disponíveis no BDE sobre os bancos de dados já instalados.

Como criar consultas SQL

Para criar novas consultas em SQL é necessário ter noções da linguagem SQL e clicar no botão "Modo Programador" para fazer o programa entrar no modo correspondente e mostrar, na mesma janela, várias informações e botões novos, como vemos na imagem abaixo.

Além disso é preciso ter claro se a consulta se destina ao quadro do TabWin ou a ser salva como um arquivo DBF para tabulação posterior. Como o TabWin foi criado essencialmente para apurar quantitativos por categoria, se a consulta se destinar ao quadro do TabWin, apenas a primeira coluna, a da descrição das linhas, pode ter caracteres alfabéticos. As demais colunas podem conter apenas números. Qualquer valor não numérico será convertido para zeros.

Quando for necessário usar duas colunas alfabéticas para identificar as linhas no quadro do TabWin(ex: código e nome), é preciso concatenar os dois campos para gerar uma só coluna.

Exemplo para Firebird, SQLite, PostGres e Oracle:

SELECT CODIGO||' '||NOME as Municipio, .....

Exemplo para MySQL:

SELECT concat(CODIGO,' ',NOME) as Municipio, ....

Evidentemente, se a consulta se destina a criação de um arquivo DBF, não há essa restrição.

São os seguintes os controles disponíveis no formuário de consulta:

Parte superior:

  • Lista de consultas. Nesta lista aparecem todas as consultas existentes no diretório e que foram salvas com um título de identificação. Sua seleção permite executada-las com os botões "Executar" e "SalvaDBF". Cada vez que um item é selecionado na lista o texto SQL da consulta e carregado na janela inferior, os campos título e parametro são atualizados e o banco de dados a que se aplica fica selecionado. Se form um abanco de dados que exija senha para seu acesso ela é solicitada do usuário nesta ocasião. Um duplo clique nesta lista faz com que a consulta seja executada automáticamente.

  • Botão "Executar". Este botão faz a consulta existente na janela inferior ser executada no banco de dados selecionado colocando o resultado em um quadro do TabWin. Se o campo parâmetro estiver presente abre-se uma janela que solicita o seu preenchimento pelo usuário.

  • Botão "Salvar DBF". Este botão faz a consulta existente na janela inferior ser executada no banco de dados selecionado colocando o resultado em um arquivo tipo DBF no diretório e com o nome que o usuário escolher. Se o campo parâmetro estiver presente abre-se uma janela que solicita o seu preenchimento pelo usuário.

  • Botão "Retorna". Este botão fecha o form de consulta retornando ao TabWin.

  • Botão "Abrir SQL". Este botão permite carregar uma consulta SQL na janela de texto SQL inferior. Seu acionamento provoca a alteração do diretório de dados e as demais consultas SQL disponíveis no diretório selecionado são carregadas no lista de consultas. Este botão permite carregar qualquer consulta SQL mesmo que não tenha sido salva com um título e, por isso, não apareça na lista de consultas.

  • Botão "Salvar SQL". Este botão permite salvar em um arquivo, com extensão SQL, uma consulta SQL sendo desenvolvida. São salvas junto com o texto SQL da consulta o título da mesma, o nome do banco de dados (alias) a que se refere além do parametro, se existir.>

  • Botão "Novo SQL". Este botão se destina a iniciar a construção de uma nova consulta. Limpa os campos título e parâmetro e remove o texto SQL existente acrescentando o "select" inicial.

  • Botão "Modo Usuário". Este botão, que quando acionado passa a se chamar "Modo Programador" se destina a alterar o modo da janela entre usuário e programador.

Parte Intermediária:

  • "Banco de Dados". Este combobox permite escolher qual o banco de dados em relação ao qual a consulta será realizada. Cada nome que aparece na lista constitue o que, na linguagem do BDE, é chamado de ALIAS. Ou seja um nome pelo qual o banco de dados é referido e atraves do qual são recuperados todos os parâmetros quer permitem identificá-los

  • Botão "Adiciona". Este botão permite adicionar na lista de banco de dados ("alias" na nomenclatura do BDE) um novo banco de dados STANDARD tendo como padrão o tipo FOXPRO. Para cria-lo é necessário escolher o diretório aonde estarão as tabelas. Bancos de dados STANDARD são apenas Paradox, dBase e FoxPro. Outros tipos de bancos de dados não STANDARD devem ser criados e removidos com o "BDE Administrator" que é instalado junto com o BDE.

  • Botão "Remove". Este botão, que somente fica ativo ao selecionar um Banco de Dados STANDARD, permite remover da lista o banco de dados selecionado.

  • Botão "BDE" para permite ativar o BDE Administrator(BDEAdmin.exe) de dentro do TabWin para criar, adicionar, editar e excluir bancos de dados não STANDARD. Este botão facilita o acesso ao BDE para uso de bancos diferentes de FoxPro que são criados e removidos diretamente pelos botões "Adicionar" e "remover".

  • Botão "Lote" par executar um arquivo que contém lote de consultas SQL que salva os resultados em DBF. O arquivo de lote, com extensão ".txt", deve conter, em cada linha, separados por vírgula, o nome da consulta sql e nome do arquivo DBF que vai armazenar o resultado da consulta. Opcionalmente, a linha pode conter, ainda, o valor do parâmetro associado a consulta.

  • Campo "Parâmetro". Este campo permite associar a consulta SQL um parâmetro que será solicitado ao usuário, no momento da execução da mesma, permitindo que haja uma substituição em algun texto da consulta. O nome do parâmetro é o mesmo que vai aparecer no texto da consulta SQL precedido por ":".

  • Campo "Título". Este campo permite associar um título a consulta SQL. Este é o título que vai figurar na lista de consultas após a consulta ser salva.

  • Lista de "Tabelas em". Esta lista contém todas as tabelas do banco de dados selecionado. Quando uma tabela desta lista é selecionada, suas colunas aparecem na lista "Colunas em". O nome de uma tabela pode ser transferido para o texto SQL com um duplo clique ou arrastando o mesmo com o mouse para a janela SQL.

  • Lista de "Colunas em". Esta lista contém todos os nomes de colunas da tabela selecionada na lista anterior. Os nomes de uma ou mais colunas podem ser transferidos para o texto SQL com um duplo clique ou arrastando a seleção com o mouse para a janela SQL.

  • Caixa "Qualifica nome da coluna". Esta caixa deve ser assinalada quando temos nomes de colunas iguais em tabelas diferentes e, para não haver confusão no SQL, o nome da coluna deve ser transferido para o texto SQL precedido do nome da tabela, na forma ..

  • Botão "A". Este botão com a letra A, de agrupar, gera no texto SQL, o código para agrupar os dados da tabela de acordo com os campos selecionados.

  • Botão "Soma". Este botão com o símbolo de somatório, gera no texto SQL, o código para obter o somatório dos campos selecionados. Usado em combinação com o botão acima permite obter facilmente somatórios de valores em dados agregados.

  • Botão "cnv". Este botão mostra um diálogo para gerar código SQL a partir de um arquivo CNV. A execução do código gerado, que será diferente para linhas ou colunas, depende da implementação da instrução "case" no gerenciador de banco de dados em uso. Isto inclue Oracle, a partir do versão 8i, Firebird a partir da versão 1.5, PostGres e Mysql. Os bancos de dados STANDARD não suportam a instrução "case".

  • Botão "cvc". Este botão ativa o "Construtor Visual de Consultas" que é uma janela para gerar código SQL a partir de uma representação visual das tabelas envolvidas e de suas ligações.

  • Botão "Tabela". Este botão, com a imagem de uma tabela, permite visualizar em uma janela a parte os dados da tabela selecionada. É util para conhecermos os dados contidos em cada campo o que muitas vezes não fica claro apenas com o nome da coluna.

Parte Inferior:

  • Janela "SQL". Esta área contém o texto do comando SQL que vai ser executado. Pode conter o texto gerado diretamente pelo programador a partir das tabelas e colunas do banco de dados selecionados como também o texto copiado via clipboard a partir de outras aplicações.

Quando criar uma visão local da base de dados.

O TabWin pode tanto executar consultas sobre o banco de dados, colocando o resultado diretamente no quadro, quanto pode salvar resultados das consultas como um arquivo local.

Se você quiser uma consulta sobre a base de dados que precisa representar a situação de um momento (por exemplo: a lista dos leitos disponíveis para internação) você é obrigado a executar a consulta a cada vez sobre o banco de produção.

Se você vai realizar uma consulta não repetitiva, em caráter eventual, pode ser possível utilizar diretamente o banco de produção.

Entretanto, a execução de análises estatísticas, originadas por usuários simultâneos, sobre uma base de dados em produção tem vários inconvenientes:

  1. As consultas analíticas envolvem o processamento de um grande número de registros, com operações complexas, repetidas várias vezes com pequenas alterações, o que costuma degradar, de forma inaceitável, a performance do banco.
  2. As tabelas intermediárias que precisam ser criadas durante o processo de análise, (hipercubos) costumam ser diferentes em processos diferentes de pesquisa e a sua criação dentro do próprio banco exige atribuição de privilégios de administrador. (GRANT para criar índices e tabelas por exemplo) E isto, ou se torna um obstáculo burocrático ao processo de análise ou, cria um problema de segurança para o gerenciamento do Banco de Dados.
  3. O uso de tabelas locais em DBF permite usar esses dados tanto com SQL quanto com o motor tradicional de tabulação cruzada do TabWin (usando DEFs e CNVs), bastante estável e com eficiência já comprovada com grande volume de dados.
  4. O TabWin permite que um conjunto de dados de interesse analítico para vários usuários (técnicos dos serviços ou pesquisadores da academia) possa ser distribuído de forma independente do banco de produção para permitir o seu uso local em vários pontos. O recurso de compressão dos dados (DBC) do TabWin tem sido largamente utilizados nos CDs distribuidos pelo MS.

Assim, se o seu objetivo é percorrer diversas vezes uma mesma tabela, fazendo análises variadas com multiplos critérios, é mais adequado criar uma cópia local da base de dados.

Se você pretende distribuir um volume grande de dados, para serem analisados por várias equipes de saúde, a criação de cópia local e a sua distribuição via CDs ou outro meio pode ser a única forma de viabilizar o processo.

Ativando consultas a partir da janela de tabulação.

Apesar da flexibilidade da linguagem SQL muitas vezes é conveniente salvar o resultado da consulta em um arquivo DBF e posteriormente analizá-lo através de um arquivo DEF com CNVs específicos.

Isto pelas seguintes razões:

  • O código SQL para uma tabulação cruzada é relativamente complicado;

  • Cada combinação de linha, coluna e seleção exige um consulta SQL separada;

  • Todas as consultas SQL atuam sobre os campos no arquivo com os nomes padronizados e com as variáveis representadas por seus códigos internos. Através de DEF e CNVs damos aos usuários a possibilidade de referenciar as variáveis e as categorias que as mesmas assumem com os nomes que êles estão habituados a usar o que facilita muito na especificação da tabela que precisam produzir.

Isto gera, entretanto, um problema de sincronização em relação a um banco de dados relacional que esteja sendo atualizado continuamente, como, por exemplo, num sistema que registre os atendimentos realizados em um ambulatório ou hospital. Os atendimentos registrados após a geração do DBF não constam do arquivo.

Assim, para simplificar a sincronização, foi implementada um opção no arquivo DEF que permite associar uma consulta SQL aquele DEF e que é ativada automaticamente quando o usuário clicar sobre o botão "Importa dados".

Nesse caso, o programa pede o nome de um arquivo DBF e grava no mesmo o resultado da consulta realizada no banco de dados e que reflete a situação dos registros naquele instante.

Para isto basta informar, no comando "A" do arquivo DEF, após a especificação dos arquivos a tabular e separado por uma vírgula, o nome da consulta SQL que gera o DBF a ser usado, como no exemplo abaixo:

A\dados\meudbf*.db?,\dados\gerameudbf.sql
É preciso instalar o BDE?

Normalmente não!

O TabWin 3.x é distribuído sem o BDE porque usuário que utiliza a interface para extrair dados de um banco SQL ligado a uma aplicação do DATASUS não necessitará instalar o BDE já que o mesmo deverá ter sido instalado pelo aplicativo que coleta e gerencia os dados.

Você saberá se o BDE já está instalado em sua máquina procurando o botão SQL (aquele com o Q vermelho) na barra de ferramentas. Se ele estiver visível o BDE já estará instalado.

Entretanto, no caso de o BDE ainda não estar instalado em sua máquina, será necessário proceder a instalação do mesmo o que vai exigir baixar da Internet, além do pacote que contém o TabWin, também o arquivo "bdeinst.zip".

Para isto pode simplesmente baixar o arquivo bdeinst.zip , disponível na página de download do TabWin, e expandir o arquivo "bdeinst.dll" no mesmo diretório onde fica o executável do TabWin. Em seguida, executar o TabWin e ativar a opção de menu "Arquivo/Instalar BDE standard" que somente é visível enquanto o BDE não tiver sido instalado.

Durante a instalação do BDE pode aparecer uma mensagem de erro dizendo que não há espaço em disco para a instalação do BDE. Pode ignorar a mensagem e prosseguir pois se trata de um erro da "BDEInst.dll"

Após a execução bem sucedida desta instalação, o botão SQL terá se tornado visível e você poderá utilizar suas funções. O item de menu "Instalar BDE standard" não ficará mais visível.

Evidentemente, após a instalação do BDE, será necessário criar, com o BDEAdmin.exe, programa que terá sido instalado junto com o BDE, o ALIAS para cada Bancos de Dados que você quer ativar.

No caso de ser um banco do tipo FoxPro (com extensão .DBF) o próprio TabWin fornece botão "Adiciona", debaixo da combobox "Banco de Dados", banco de dados para incluir o ALIAS.

No caso de ser uma conexão via ODBC a fonte de dados pode ser definida diretamento pelo "Administrador de ODBC". (Painel de controle/ferramentas administrativas/ODBC32)

Muitas informações úteis para a configuração e administração do BDE podem ser encontradas na BDE Support Page.

Como cada um desses servidores de bancos de dados vai requerer, além do BDE, a instalação de um módulo cliente cujos detalhes específicos de configuração somente serão fornecidos pelo administrador de banco de dados de sua organização, recomendamos acionar o mesmo para a instalação do BDE e o driver ODBC.

Recomendações específicas para alguns Bancos de Dados:

  • Oracle: Usar o driver ODBC fornecido junto com o seu cliente Oracle. (O driver da Microsoft pode apresentar alguns erros - "Capability not suported")
  • PostGres: Até esta data o driver ODBC da versão 8.0 ainda está com problemas. Usar o driver ODBC da versão 7.3.2.. e configurar as opções do "DataSource" para operar com o BDE com as seguintes opções:
    • "Data Type Options":Marcar "Text as LongVarchar"
    • "Data Type Options":Desmarcar "Unknowns as LongVarchar"
    • "Unknown Sizes Options": Marcar "Longest"
    • Se estiver usando um protocolo anterior a PostGres 6.4, marcar "Parse Statements"
  • Firebird: Usar o driver ODBC distribuido com o Firebird 1.5. Mesmo que a aplicação possa acessar o banco de dados com o driver INTRBASE nativo do BDE, somente a conexão via ODBC vai suportar as consultas geradas de CNV
  • .

Importando dados de arquivos externos (XML,SDF,CSV,DBF)

A função de adicionar registros está disponível na janela de Visualizar Arquivo DBF e somente fica ativada após temos aberto um arquivo do tipo DBF que vai receber os registros.

Atualmente é possível adicionar registros a partir de arquivos nos formatos DBF, texto delimitado (CSV), SDF (System Data File) e XML (Extensible MarkUp Language)

Adicionando registros de arquivo tipo DBF.

Para adicionar no arquivo aberto dados de outro arquivo DBF (dBaseIII+, Clipper, FoxPro etc...) basta selecionar o arquivo. Somente serão adicionados os campos do arquivo de origem que tiverem os mesmos nomes no arquivo de destino. Os campos sem correspondente no arquivo de origem serão preenchidos com espaços.

Os campos serão considerados com os comprimentos e alinhamentos correspondentes ao especificados no arquivo de destino. Campos de tipo numérico serão alinhados a direita e os demais tipos serão alinhados a esquerda.

Adicionando registros de arquivo delimitado(CSV):

Arquivo "delimitado" é um arquivo de texto simples em que temos uma linha para cada registro no DBF e no qual os campos estão delimitados por um separador. O separador padrão é o caractere "|" porém, se for necessário, após escolher o nome do arquivo, você pode escolher outro separador.

O arquivo não pode ter o nome das colunas na primeira linha devendo conter somente linhas de dados separadas por CR/LF no padrão Windows.

Este módulo não trata aspas simples ou duplas como delimitadores. A ocorrência do separador entre aspas vai provocar a quebra do campo de dados.

Adicionando registros de arquivo SDF:

Arquivo "SDF" é um arquivo de texto simples, com uma linha para cada registro, separadas por CR/LF no qual todos os campos tem exatamente a mesma largura que está definida para eles no DBF. A linha é copiada exatamente como está para cada registro do arquivo.

Adicionando registros de arquivo XML:

Arquivo XML é um arquivo de texto no qual as informações estão representadas entre marcadores (tags) colocadas entre "<" e ">" que definem o significado de cada informação. Este formato permite representar informações bastante complexas, embutir hierarquias de dados e suportar itens de ocorrência opcional. Os arquivos XML vem sendo cada vez mais usados na troca de informações entre computadores na Internet.

Além do processamento de dados de arquivos XML ser bastante complexo a diversidade de tipos de documentos e estruturas desaconselha a manipulação do mesmo diretamente pelo programa.

Para viabilizar o processamento dos dados do arquivo XML o TabWin utiliza processadores de XSLT externos para analisar o XML e extrair os dados na forma de um arquivo delimitado simples, com os campos separados por "|".

Assim, para adicionar registros de arquivo XML você precisa escolher, além do nome do arquivo XML, o nome de um arquivo do tipo XSL (folha de estilo) que vai orientar a extração dos dados. Observe que é necessária uma "folha de estilo" diferente para cada tipo de arquivo XML e para cada tipo de arquivo DBF.

Embora seja possível usar a "folha de estilo" e um processador de XSLT diretamente da linha de comando para gerar manualmente um arquivo delimitado que possa ser utilizado diretamente, o TabWin procura facilitar o processo de captura, acionando o processador de XSLT, passando para o mesmo o nome do arquivo XML e do arquivo XSL e capturando as linhas de saída que são geradas para transferi-las para o DBF.

Configurando o seu processador de XSLT

Durante a inicialização, o TabWin procura, no seu diretório de execução, o processador de XSLT da Microsoft (MSXSL.EXE) e, se encontrá-lo, o configura automáticamente. Além disso, o Tabwin permite a você configurar qualquer outro processador de sua escolha o que é conveniente porque os processadores de XSLT tem suporte e desempenho diferentes para diferentes tipos de transformação.

Para configurar outro processador de XSLT basta acionar a opção "Configurar processador XSLT" no menu de "Adicionar registros". Você entrará em um diálogo de abertura de arquivo que permitirá escolher um arquivo com as extensões .exe, .bat ou .jar.

Quando você ativar "Via XSLT com ..." o TabWin pedirá para você escolher o arquivo XML e a folha de estilo (.XSL) e vai executar o programa configurado passando como parâmetros o nome do XML e do XSL escolhidos, nesta ordem, e vai capturar a saida da transformação colocando-a no DBF em uso.

Observe que, se o processador escolhido não for capaz de enviar as linhas de saída para "stdout", de forma que o TabWin possa captura-las, será necessário criar um arquivo do tipo .bat que receba o nome dos arquivos XML e XSL, crie o arquivo delimitado de saída e envie o mesmo com "type" para stdout de forma que as linhas possam ser capturadas.

Veja o exemplo do arquivo Unicorn.bat que permite o uso do processador de XSLT da Unicorn.

c:\Unicorn\uxt.exe %1 %2 temp.txt
type temp.txt

A criação de um arquivo .bat pode ser necessária também para configurar alguns processadores em Java quando a configuração da linha de comando exigir mais do que simplesmente chamar o programa com:

java -jar "<nome do programa> <arquivo XML> <arquivo XSL>"

o que é feito automaticamente pelo TabWin quando a extensão do programa configurada for .jar.

Outro uso do arquivo .bat é passar os argumentos em ordem inversa para processadores como XALAN ou Sablotron, como vemos nos exemplos sablotron.bat e xalan.bat abaixo:

c:\sablotron\sabcmd %2 %1

ou

c:\xalan\xalan %2 %1

Importação de bases cartográficas municipais

Introdução

Com o objetivo de estimular o uso de dados espaciais de saúde a nível de município foram introduzidas no TabWin facilidades para importação de bases cartográficas geradas pelos programas GIS mais usados no país.

Como a geração de bases cartográficas consome tempo, esforço e recursos financeiros significativos, recomendamos entrar em contato com os órgãos do seu município que já estão fazendo as bases cartográficas municipais, e identificar qual o software que está sendo utilizado, para aproveitar o esforço já realizado.

Ao exportar as bases cartográficas de seu município para o TabWin você poderá utilizá-las para a análise do dados de saúde produzidos pelos sistemas nacionais e distribuí-las pelos vários setores da secretaria de saúde já que o TabWin é de uso gratuito.

É preciso estar atento a que algumas bases cartográficas são proprietárias e existem restrições a seu uso. Certifique-se que você pode usar e ou distribuir os arquivos de seu município antes de importá-los para o TabWin.

Considerações gerais

  • O arquivo vai ser aberto pelo menu "Arquivo"/"Abrir/Importar mapa". No diálogo de abertura do arquivo clicar em "Mostrar arquivos do tipo" para isolar a extensão. O TabWin vai gerar um arquivo .map com o mesmo nome do arquivo de entrada.

  • Conceituar mapa base e outras camadas.

  • Gerar arquivos para importar no TabWin atentando para gerar uma camada para cada entidade para permitir a importação para arquivos separados no TabWin.

  • Lembre-se de sempre importar para o TabWin em arquivos cujos nomes facilitam a identificação do conteúdo da camada, já que o nome da camada é o mesmo nome do arquivo.

  • Gerar arquivos separados para cada camada de pontos, linhas e polígonos.

  • Gerar todas as camadas no mesmo sistema de coordenadas, mesma projeção e mesmas unidades.

  • Se vai plotar pontos captados com GPS, ou incluir as camadas nos arquivos distribuídos pelo DATASUS é útil manter os mapas em coordenadas geográficas.

  • Após importar o mapa base usar o TabWin para salvar o mapa recém aberto como .CNV.(Tabela de Conversão). Utilizar este .CNV no arquivo .DEF, associando à variável no .DBF que contém os códigos para gerar as tabulações com os nomes corretos para o relacionamento entra a tabela e o mapa.

ARC/INFO (.E00)

Execute EXPORT sempre com a opção NONE. Somente arquivos ASCII não comprimidos (UNCOMPRESSED) serão lidos pelo TabWin.

Sempre execute IMPORT com o arquivo E00 gerado antes de transferi-lo porque EXPORT não testa a existência de erros no arquivo. IMPORT, ao contrário, testa a integridade da camada. Quaisquer correções devem ser feitas no arquivo original e não no E00.

É recomendável executar CLEAN e BUILD antes de exportar uma camada.

O Tabwin tratará corretamente "coverages" em precisão simples ou estendida, como também arquivos texto gerados tanto para UNIX quanto para Windows.

Em um E00 com linhas e polígonos o TabWin retirará sempre os Polígonos. O TabWin foi programado para importar E00 com camadas de polígonos, linhas ou pontos. Arquivos com outras entidades poderão não ser importados.

ArcView Shapefiles (.SHP/.DBF)

Este é hoje um dos formatos mais usados para a distribuição de bases cartográficas em formato vetorial.

O TabWin abrirá diretamente os shapefiles (.shp) usados pelo ArqView. Durante o processo o TabWin irá pedir para você escolher, da lista de campos do DBF que acompanha o shapefile, quais os que serão usados como código e nome para identificar a área.

Se você escolher o mesmo campo para código e para nome o TabWin vai perguntar ainda se você quer extrair o código de dentro do campo que contém o nome. Para que isso seja viável é necessário que o código estaja separado do resto do nome por um espaço em branco.

Não é necessário nenhum procedimento especial para exportação. Não esquecer, entretanto, de trazer para o TabWin também os arquivos com extensão .DBF correspondentes a cada .SHP.

Se você estiver usando um editor de Shapefiles que permite associar apenas um nome a cada objeto (EpiMap 2000, NRDB image2shape) não esqueça de, ao dar o nome das áreas, colocar um código de tamanho fixo antes do nome e separá-los por um espaço.

Atlas GIS (.BNA)

Observe que o arquivo Atlas Geo File(.AGF) que contém as bases gráficas no Atlas GIS, é um arquivo que contém várias camadas de informação. Você precisa selecionar antes a camada que você quer importar.

Se for converter as coordenadas do arquivo para Coordenadas Geográficas de latitude e longitude, via menu use "Map/Change Projection/LL".

Você pode usar dois caminhos para importar para o TabWin:

  1. Exportar o .AGF para .BNA usando o IE.EXE que acompanha o Atlas Gis, com a seguinte linha de comando:

    IE nome_arquivo.AGF nome_arquivo.BNA  /NAMES 2

    Este comando gerará um arquivo .BNA com dois nomes para cada área (Código e Nome) que será aberto diretamente pelo TabWin.

  2. Ou, se você não dispõe do IE.EXE, que é um produto separado do Atlas-GIS, você pode também utilizar o programa gratuito da ESRI, chamado agfshp.exe, extraido do arquivo agfshp.zip disponível para download no site da ESRI, proprietária do Atlas GIS, que transformará o .AGF em shapefile, formato do ArqView, outro produto da ESRI, que o TabWin abrirá normalmente.

Siga as instruções do arquivo agfshp.txt que o acompanha.

EPIMAP 2 (.BND)

O TabWin abrirá diretamente arquivos .BND do EpiMap, tanto em formato ASCII quanto comprimido.

O TabWin procura, como a primeira entidade em um arquivo .BND a informação de "CORNERS_". Se por acaso esta informação estiver ausente no arquivo (Está ausente em alguns arquivos ASCII distribuídos com o EpiMap), haverá uma mensagem de erro e você terá duas alternativas:

  1. Importar e exportar o arquivo com o próprio EpiMap. Esta operação gerará um arquivo com registro de CORNERS_ correto.
  2. Mudar a extensão do arquivo para .bna e abrir como se fosse arquivo do Atlas GIS.

MapInfo (.MIF/.MID)

Exportar as camadas como .MIF/MID "MapInfo Interchange file"

Map Maker Export (.MME)

O suporte ao formato Map Maker Export (.MME) vem substituir o suporte ao formato MapMaker XY, que não é mais exportado pelo Map Maker Gratis.

O formato MME tem a vantagem de tratar separadamente o "id" e o "name" de cada objeto, que correspondem no TabWin a "Geocódigo" e "Nome" e tratar corretamente polígonos complexos como um único objeto.

No menu principal do MapMaker escolher: "Utilities/Vector utilities/Export files/to Map Maker Export file"

No primeiro diálogo escolha o arquivo .dra que você quer exportar. Clique em "Next step" até chegar ao diálogo para escolher o nome e o diretório do arquivo com extensão .MME a ser gravado. Aí então confirme a gravação.

O TabWin abrirá diretamente o arquivo .MME gerado do qual importará polígonos, linhas e pontos em 2D.

SPRING (_POL.SPR/_L2D.SPR/_LAB.SPR'.)

Selecionar antes o Plano de Informação (PI) a ser exportado no painel de controle. Clique no ícone do lápis para desenhar antes e ter certeza do que está sendo exportado.

Depois, em Arquivo/Exportar, marcar "Polígonos e identificadores" ou "Linhas e identificadores" ou "Pontos" de acordo com o conteúdo do PI. Marque também Formato "ASCII", o separador ";" e escolha o diretório e nome do arquivo a ser gravado.

O Tabwin mostrará para escolha as os arquivos com os nomes terminados por '*_POL.SPR', '*_L2D.SPR' e '*_LAB.SPR'.

Se for uma camada de polígonos ou de linhas escolher somente o arquivo com as extensões "_POL.SPR" ou "_L2D.SPR" respectivamente, por que o TabWin irá buscar automaticamente os identificadores no arquivo "_LAB.SPR" de nome correspondente.

Somente escolha o arquivo com a extensão "_LAB.SPR" se estiver importando uma camada de pontos.

Importando pontos capturados de GPS.

A multiplicidade de formatos de arquivo gerados pelos GPS (Global Positioning System) de vários fabricantes ou importados por vários programas diferentes tornava complexa a tarefa de importá-los para o TabWin.

O surgimento do formato chamado de GPX que é um padrão XML para troca de dados de GPS especificado no site GPX: the GPS Exchange Format veio permitir a implementação no TabWin de um processo para importar, como arquivo DBF, de forma a ser usado como camada sobre um mapa base, pontos capturados de vários tipos tipos de aparelhos de GPS.

Tanto para descarregar os dados de seu GPS em formato GPX como para converter em GPX dados de GPS já gravados em outros formatos, recomendamos baixar da Internet um software livre chamado GPSBabel.

É preciso também criar um DBF vazio com a estrutura abaixo (o que pode ser feito usando a janela SQL) para receber os waypoints:

CREATE TABLE WAYPOINTS (
  NOME       CHAR(20),
  LATITUDE   NUMERIC(10,6),
  LONGITUDE  NUMERIC(10,6),
  COMENTARIO CHAR(40));

De posse do arquivo GPX e DBF criado pelo processo acima, é preciso abri-lo, com a opção de menu "Arquivo/Ver arquivo DBF" e, na janela de ver DBF, clicar em "Adicionar Registros/Via XSLT usando msxsl.exe". Escolher, em seqüência, o arquivo GPX com os seus dados e em seguida a folha de estilo de nome "CarregaWayPoints.xsl" distribuída com o TabWin e disponível em seu diretório de execução.

O TabWin vai ativar um processador de XSLT e adicionar no DBF já criado todos os WayPoints extraídos de seu arquivo.

Para adicionar este DBF como uma camada em um mapa já aberto basta clicar no botão "Nova camada", no dialogo que vai abrir escolher, arquivos do tipo "dBaseIII+", e finalmente escolher o nome do seu DBF.


Análise de fluxos de atendimento

Vários sistemas do informação do SUS coletam informações sobre a origem e destino dos pacientes. Considerando a necessidade de dispor de uma ferramenta que permita a análise desse deslocamentos em busca de atendimentos, fundamentais não apenas para o conhecimento da situação epidemiológica como também para o planejamento da rede assistencial, foi implementado no TabWin um mecanismo de apuração dessas informações.

O TabWin teve o número máximo de colunas ampliado para 6.000 de forma a permitir tabulações em que se coloca, por exemplo, município de orígem nas linhas e município de destino nas colunas. Assim cada célula da tabulação contém o número de indivíduos residentes no município da linha que tiveram atendimento no município da coluna.

Ao plotarmos um mapa com o quadro resultante, podemos então ativar, de dentro da janela de mapa, a opção de menu "Arquivo/Gravar tabela de fluxo" que permite gravar um DBF com os fluxos origem e destino dos eventos na tabela sendo mapeada.

Este DBF vai conter uma linha para cada célula do quadro que for diferente de zero identificando as seguintes informações: origem, destino ,fluxo, tipo de fluxo (local, dominante ou outro),coordenadas da origem e do destino, distância percorrida e os totais de ocorrências na origem e no destino.

Com êste arquivo, vai ser possível plotar, sobre um mapa base, uma camada com as setas que representam o fluxo, e com a possibilidade de representar a intensidade do fluxo como largura da seta. Para ativar esta camada basta clicar no botão identificado por uma seta vermelha e fornecer as informações na janela de diálogo que vai se abrir.

Adicionalmente, é possível plotar, para cada ponto de destino, um gráfico de setores no qual podemos visualizar a proporção de eventos originados de outra áreas em relação ao gerados na própria área.

Para que a tabulação gerada possa ser transformada em uma tabela de fluxo alguns cuidados devem ser tomados:

  • É preciso antes tabular nas linhas a localização da origem e nas colunas a localização de destino.

  • Os códigos de origem e destino devem aparecer nos títulos das linhas e das coluna e devem ser os mesmos que identificam as áreas do mapa associado.

ATENÇÃO: Uma tabela com 6000 linhas e 6000 colunas contém 36.000.000 de células. Não tem sentido salvar esta tabela que o TabWin não vai conseguir ler. A única forma de aproveitá-la e gerando uma tabela de fluxo.


Executando o TabWin sob Wine Linux

Wine é uma implementação OpenSource da API do windows sob X e Unix. Wine deve ser visto como uma camada de compatibilização com Windows que implementa uma API alternativa inteiramente independente Microsoft.

Wine permite executar programas de Windows em Linux, FreeBSD e Solaris.

Mais informações e o download da última versão do Wine pode ser obtido na Página Oficial do WINE.

O TabWin32 funciona debaixo de Wine e a instalação pode ser feita tomando as seguintes providências:

  • Criar um diretório "tabwin" dentro do "C_DRIVE" do wine e copiar os arquivos do TabWin para dentro dele.
  • Associar a extensão .tab ao comando "wine tabwin32.exe".
  • Expandir o arquivo WebHelp.zip dentro do diretório de instalação do TabWin. Assim,o help a ser utilizado debaixo de wine, estará no formato HTML e estará no arquivo "WebHelp/tabwin32.htm";

  • Se o Linux instalado não tiver a FONT Courier New, que o TabWin usa como padrão de fonte fixa, usar o menu "Editar/Escolhe font fixa" para escolher uma fonte monoespaçada necessária em várias janelas.

  • Para ganhar mais desempenho em qualquer aplicação, compile o Wine sem a opção "debug".

FAQ

Perguntas Frequentes

TabWin

Como abrir, automaticamente, no TabWin, uma tabela criada no site do Datasus na Internet?

É necessário associar os arquivos com extensão TAB ao programa TAB para Windows.

Para tanto, basta acessar a opção do Menu do TabWin Arquivo/Associar extensão .TAB.

Outra opção é fazê-lo através dos recursos padrão do Windows, conforme descrito nas Instruções de Instalação/Operação.


Mapas para o TabWin Como utilizar minhas próprias bases cartográficas no TabWin?

O TabWin está preparado para importar (Menu Arquivo/Abrir importar mapa) mapas elaborados pelos programas de geoprocessamento de uso mais comum nos municípios brasileiros:

  • ARC/INFO export (e00)
  • ArcView Shapefile (shp)
  • Atlas-GIS (bna)
  • EpiMap Boundary File (bnd)
  • MapInfo (mif/mid)
  • MapMaker Export (mme)
  • Garmin PCX5 (wpt)

Além disso, pode importar pontos de arquivos padrão dBase e WayPoints de GPS.

Veja o item Importação de bases cartográficas municipais na documentação da Versão 3

Versão 3.6 de 30/10/2009

Atualização do pacote da versão 3.5 de 16/06/2008

Versão 3.5 de 26/03/2007

Versão 3.4 de 03/02/2006

Versão 3.3 de 25/07/2005

Versão 3.2 de 04/04/2005

Versão 3.1 de 10/11/2004

Versão 3.0.1 de 08/06/2004

Versão 3.0 de 07/05/2004

Versão 2.2 de 06/05/2002

Versão 2.1 de 18/01/2002

Versão 2.0 de 23/05/2001

Versão 1.4 em 02/06/2000

Versão 1.33 em 22/11/1999

Versão 1.32 em 03/09/1999

Versão 1.31 em 12/07/1999

Versão 1.3 em 29/06/1999

Versão 1.2 em 23/12/1998

Versão 1.11 em 06/04/1998

Versão 1.10 em 01/04/1998

Versão 1.0 em 08/03/1998

Versão 0.09 Beta em 17/11/1997

Versão 0.08 Beta em 01/10/1997

Versão 0.07 Beta em 15/07/1997

 

Versão 3.6b de 02/07/2010

 

Correção na função de recuperação de tabulações, na janela de Log.

 

Versão 3.6 de 30/10/2009

 

Implementado no painel de controle de tabulação:

Criado um botão de navegação que permite a escolha do diretório onde se localizam os arquivos a serem tabulados.

Número maximo de arquivos na lista passou de 5000 para 8192.

Implementado na janela de Log um botão que permite abrir o painel de controle de tabulação com as mesmas seleções da tabulação em uso. Esta opção permite, a partir de um arquivo ".tab", recuperar todas as seleções que foram utilizadas na sua tabulação, de modo a permitir a repetição da tabulação original com possíveis atualizações nos seus dados.

Implementado na geração de SQL:

Campos no DBF de saída começados com "VL_" são criados como numéricos (N) com duas decimais para representar valores monetários.

 

Atualização do pacote da versão 3.5 de 16/06/2008

 

Arquivo autoexec.r:

O arquivo autoexec.r do pacote de distribuição do TabWin foi atualizado, pois a biblioteca grDevices não é mais carregada automaticamente nas novas versões do R.

 

Versão 3.5 de 26/03/2007

 

Implementado na conexão com R:

O programa agora procura o R primeiro em um diretório {TABWIN}RBin e, não encontrando, procura a instalação do R no Registry do Windows. Esta opção se destina a permitir a distribuição do R pré-instalado no mesmo ZIP do TabWIn.

A execução dos scripts de R agora se dá no diretório TEMP do Windows o que vai acelerar a execução a partir de PenDrive e viabilizar a partir de CD.

Implementado na janela Mapa:

Implementada a gravação do mapa no formato Windows MetaFile (WMF). A opção é ativada pelo ícone do diskete no painel de ferramentas ou pelo menu Arquivo da janela Mapa. A escala de cores fica em um metafile separado, com o mesmo nome do arquivo principal porém terminando em _esc.wmf. Assim, meumapa.wmf terá a escala em meumapa_esc.wmf.

O barra de título (Caption) da janela agora dá a dimensão em pixels da área da imagem de forma a poder antecipar o tamanho do .BMP a ser gravado ou copiado para o ClipBoard.

Exportação do quadro em formato .XLS adota agora o formato do Excel97.

Corrigido bug que incluia na base do .BMP salvo do mapa 7 pixels que pertenciam a barra de status.

Passa a fazer parte do pacote de distribuição o programa DBF2DBC.EXE, que permite comprimir arquivos DBF em DBC, expandir DBC em DBF e testar a intergridade (CRC) de arquivos DBC.

Este programa substitui os programas EXPDBF.EXE e COMPDBF.EXE, que fazem parte do TAB para DOS e rodavam em 16 bits. O programa DBF2DBC roda em 32 bits e permite tratar nomes de arquivos longos e com caracteres especiais. As funções deste programa podem ser executadas através do próprio TabWin (Menu Arquivo/Comprime Expande DBF), porém a sua existência em separado permite a execução em arquivos de lote (.BAT).

Veja suas instruções de operação.

 

Versão 3.4 de 03/02/2006

 

Implementado na janela Mapa:

Paleta em tons de cinza para facilitar a publicação do mapa.

Botão de escolha de cor para o gráfico de setas de fluxo.

Ao clicar com o botão direito sobre um objeto do mapa base, o TabWin mostra os valores para cada uma das 15 primeras colunas do quadro.

Ao clicar com o botão direito sobre pontos ou círculos gerados gerados como camada a partir de um DBF, o TabWin mostra os valores das 15 primeiras colunas do DBF relativos aquele ponto. Observe que, se várias camadas de pontos foram adicionadas ao mapa, este procedimento vai recuperar somente a última camada representada naquele pixel.

Ao clicar com o botão direito sobre uma seta de fluxo o TabWin mostra origem, destino e demais valores relativos aquela seta.

Implementado na janela de adição de camadas no mapa:

Opção para controlar a largura da linha com que a camada é desenhada.

Implementado do Construtor Visual de Consultas:

Melhor estruturação do código SQL gerado para facilitar a leitura e posterior edição do mesmo.

Implementado na janela principal:

Número máximo de linhas passou de 120.000 para 199.000.

O nomes das colunas em um DBF usado para tabulação podem agora usar letras minúsculas.

 

Versão 3.3 de 25/07/2005

 

Novas implementações e melhorias:

Implementada na janela principal:

Salvar o quadro como CNV coloca o código na frente da descrição de acordo com a opção Quadro/Esconder Chave.

Importar mapa no formato Map Maper Export (.MME).

Nova operação para Normalizar os valores de uma lista de colunas.

Número máximo de linhas passou de 100.000 para 120.000.

Implementada na janela Mapa:

A função Exportar Mapa Base agora permite o formato Map Maker Export (.MME).

Implementada a possibilidade de utilizar arquivos contendo waypoints de GPS, no formato GPX, diretamente como camadas de um mapa.

Implementada, na execução de lotes de consulta SQL:

Substituição de parametros escritos entre < e > a cada linha de consulta. A substituição deve ser expressa, no próprio arquivo de lote, antes da linha da consulta a ser modificada, na forma Nome=Valor, na qual o texto Nome; é substituido pelo texto Valor a cada ocorrência. Se for usada a opção Informe Nome, o programa vai abrir uma janela de diálogo e pedir ao usuário o Valor para substituir o texto Nome.

Implementado o comando CONECTA Nome-do-Banco-de-dados com o objetivo de abrir o banco de dados antes de executar uma consulta. É útil somente com consultas salvas com o nome do banco em branco, exatamente para serem usadas, sem modificação, com vários bancos de dados.

Implementada da Janela de Fluxos:

Opção de mostrar, para cada ponto de destino, um gráfico de setores com a proporção dos eventos de origem externa em relação aos eventos gerados na própria área.

Implementada na Janela de tabulação:

Número de incrementos passou de 50 a 150;

Número de seleções ativas passou de 30 a 50.

Implementada na janela dos esquemas de análise:

Botão que permite carregar no quadro do TabWin dados de exemplo para serem usados junto com o esquema.

Correções:

Corrigido bug que fazia a salva de uma consulta SQL na forma de script de R gerar código incorreto.

Corrigido bug que fazia os arquivos de help do arquivo DEF, com extensão .HLP em letras maiúsculas, não serem mostrados.

 

Versão 3.2 de 04/05/2005

 

Novas implementações e melhorias:

Criada, na janela Query:

Colorização de sintaxe para SQL ajustada ao dialeto;

Indicação de existência de indices para a tabela selecionada;

Opção CNV só aparece quando o dialeto suporta case;

Drag da lista de colunas para lista de tabelas gera SQL com o link;

Construtor visual de consultas (CVC) que permite arrastar e escolher as tabelas, contruir visualmente os links e selecionar os campos para a geração do SQL;

Possibilidade de editar Bancos de Dados STANDARD tanto na janela Visualiza dados quanto através de comandos SQL.

Criada na janela de Mostra DBF:

Opção de gerar arquivo CNV usando as 2 primeiras colunas do DBF. A coluna de largura maior é considerada descrição;

Botão para abrir o DBF dentro de uma seção do R;

Opção de menu Análise com R sobre o DBF;

Fechamento do Form provoca fechamento do DBF.

Criada, na janela Mapa:

Botão de exportação tabela para o Terraview. Necessita TerraView instalado com projeto sobre a mesma área geográfica. (Os projetos relativos a cada UF podem ser obtidos no site do TerraView).

Criada, na janela CNV:

Opção de gerar SQL para Seleção;

Criada, na janela Cria Script R:

Barra de status com posição do cursor;

Colorização de sintaxe para XML.

Reformulada janela Editar arquivo DEF ou CNV:

Barra de status com posição do cursor;

Refeita a geração automática de DEF para perguntar qual o CNV a ser associado para cada campo;

Barra de Ferramentas com botão Full Screen;

Botões para alternar entre vários códigos por linha de descrição e apenas um código por linha;

Menu principal com:

Arquivo

Ajuda

Opções (Seleção modo coluna e Mostra caracteres especiais)

Ferramentas

Editar (Maiúsculas, Minúsculas e Nomes Próprios)

Mudou o conceito e o item de menu: Converte acentos de DBF agora se chama DBF com acentuação para DOS e somente é necessário quando o DBF não contiver página de código. A marca de página de código 2 (FoxPro CP850) ou 37 (BDE PtBR CP850) são sempre mostradas de forma correta.

Help do DEF (janela de tabulação) agora pode ser em html.

 

Versão 3.1 de 10/11/2004

 

Novas implementações e melhorias:

Criada, na janela de mapa, a opção de menu Arquivo/Gravar tabela de fluxo que permite gravar um DBF com os fluxos origem e destino dos eventos na tabela sendo mapeada. Para tal é preciso tabular nas linhas a localização da origem e nas colunas a localização de destino. Os códigos de origem e destino devem ser os mesmos que identificam as áreas do mapa associado. Para viabilizar uma matriz de fluxos a nivel nacional, o número de colunas foi ampliado para 6.000.

Atenção: Uma tabela com 6000 linhas e 6000 colunas contém 36.000.000 de células. Não tem sentido salvar esta tabela que o TabWin não vai conseguir ler. A única forma de aproveitá-la é gerando uma tabela de fluxo.

Criado, na janela de mapa, o botão identificado por uma seta vermelha, e que se destina a adicionar, a um mapa base, uma camada de setas de fluxo cujas coordenadas estão em um DBF gerado pela opção de menu Arquivo/Gravar tabela de fluxo.

Criado, no janela SQL, botão cnv para gerar código SQL a partir de de um arquivo CNV. A execução do código gerado, que será diferente para linhas ou colunas, depende da implementação da instrução case no gerenciador de banco de dados em uso. Isto inclue Oracle, a partir do versão 8i, Firebird a partir da versão 1.5, PostGres e Mysql.

Criado, na janela SQL, o botão BDE, que permite ativar o Borland Database Engine(BDE) de dentro do TabWin para criar, adicionar, editar e excluir bancos de dados não STANDARD. Este botão facilita o acesso ao BDE para uso de bancos diferentes de Paradox, dBase e FoxPro que são criados e removidos diretamente pelos botões Adicionar e remover.

Criado, na janela SQL, o botão Lote que permite executar um lote de consultas SQL que salva os resultados em DBF. O arquivo de lote, com extensão .txt, deve conter, em cada linha, separados por vírgula, o nome da consulta sql e nome do arquivo DBF que vai armazenar o resultado da consulta. Opcionalmente, a linha pode conter, ainda, o valor do parâmetro associado a consulta.

Criado diálogo para configurar atributos da coluna (Cabeçalho, Largura, Decimais e Tipo de total) que é ativado ao clicar com o botão direito do mouse sobre o cabeçalho da coluna.

Foram colocados campos de edição para Título, Subtítulo e Rodapé na janela do quadro para facilitar a visão e edição dos mesmos.

Devido ao item anterior não é mais possível copiar e/ou colar o quadro inteiro para e do clipboard usando os atalhos Ctrl+C e Ctrl+v. Agora é necessário usar as opções do menu Editar ou ativar os botões correspondentes na barra de ferramentas.

Checkbox na tela de log permite desabilitar a visualização automática na abertura do quadro.

Criado, na barra de ferramentas, um botão para abrir o quadro atual, convertido para HTML, no browser padrão.

Refeita a salva de arquivo no formato XLS (Excel) para preservar a largura das colunas e a formatação dos valores numéricos.

Criado, na barra de ferramentas, um botão para abrir o quadro atual dentro da planilha padrão, a que é registrada para abrir a extensão .XLS.

Criada, no DEF, o comando R, para incuir um texto de rodapé nas tabelas geradas. Pode ser usado para identificar a fonte dos dados. Se a palavra período constar do texto do rodapé, os períodos, identificados a partir do nome dos arquivos tabulados, vão ser acrescentados ao final do texto.

Importação de mapa em SHP permite extrair o código de dentro do campo nome.

O função appenda, da LEDBF32, atualiza número de registros do header do DBF cada registro gravado. Assim, mesmo que venhamos a cancelar a operação de adicionar registros ou salvar uma consulta SQL, os registros adicionados até o momento são recuperáveis.

O nome do Banco de Dados foi incluído no rodapé do quadro gerado na Consulta SQL junto com Data e Hora da execução.

A posição e dimensões do form Gráfico do R e do form de Consulta SQL tem seus parâmetros salvos no tabwin.ini e permanecem na próxima execução do TabWin. A opção stretch do Gráfico do R também é salva.

A lista de bancos de dados no formulário de consulta SQL agora fica em ordem alfabética.

Os nomes das colunas que contém as coordenadas de uma camada de pontos em DBF a ser adicionada a um mapa podem ser também X e Y além de longitude e latitude já suportada anteriormente.

Corrigido bug que impedia que tabelas abertas de CDROM pudessem ser copiadas para o clipboard ou transpostas. Assim a criação de arquivos temporários passa ser feita no diretório temporário do Windows e não mais no diretório corrente.

Corrigido bug que fazia com que a movimentação de colunas com o mouse fosse sempre precedida de uma ordenação do quadro pela coluna de origem.

 

Versão 3.0.1 de 08/06/2004

 

Novas implementações e melhorias:

Implementada opção para trocar as linhas pelas colunas no quadro atual. Após a transposição todas as colunas ficam o mesmo número de casas decimais.

Implementada opção de passar na linha de comando o nome de arquivo com extensão SQL. A query é executada na inicialização do TabWin e aparece já carregada no quadro.

Implementada opção para plotar o nome do ponto ao adicionar no mapa uma camada de pontos em DBF, desde que o campo NOME esteja presente do DBF.

Implementada opção de ativar uma consulta SQL a partir da janela de tabulação para atualizar os dados do DBF. Basta colocar o nome da consulta na linha do comando A do DEF, após a especififcação do arquivo e separado por uma vírgula.

Eliminado erro Capability not suported ao salvar Consulta SQL em DBF quando o Bando de Dados fosse MS ACCESS.

Corrigido bug na carga da lista de consultas SQL.

 

Versão 3.0 de 07/05/2004

 

Novas implementações e melhorias:

Implementado a interface com bancos de dados SQL, criada interface para execução esquemas de análise com R, além da importação de dados em XML. Os detalhes dessas novas funcionalidades podem ser estudadas pelo menu Ajuda/Novidades da versão 3.0 , no próprio TabWin, ou na guia específica da versão 3.0 em diante, nesta página.

Os limites para o quadro passam a ser os seguintes: linhas = 100.000 e colunas = 512

Rodapé da janela principal agora com status bar e hint para nome de arquivo muito grande.

Implementada status bar na janela de tabulação e de mapa na qual agora passam a ser visualizadas o nome da área e o valor plotado.

Implementada opção de visualizar e editar o log da tabulação no menu Editar/Editar Log.

A largura do título de coluna foi ampliada de 30 para 60 caracteres.

Criada mensagem de erro quando o resultado da tabulação suprimir todas as linhas por conter zeros.

Titulos persistem em várias tabulações do mesmo DEF.

Camadas de pontos em DBF passam a poder ter o raio do circulo controlado pelo campo RAIO.

Legendas da escala do Mapa são geradas como intervalos de classe e seu texto é editável pelo usuário. Assim os valores das faixas pode ser renomeados textos que descrivam o conceito

A salva em HTML foi passado para o padrão XHTML.

Acrescentada Salva em XML.

Corrigido bug ao incluir tabela com largura maior de chave do que da tabela existente.

Corrigido bug na salva em SQL no caso da descrição da linha conter aspas duplas.

 

Versão 2.2 de 06/05/2002

 

Novas funções:

Para facilitar o uso do TabWin em redes aonde não se dá privilégios de administrador local aos usuários, o arquivo TabWin.ini passa a ser criado no diretório onde está o executável (ou seja, o diretório onde está o tabwin32.exe) e não mais em windows/system. Desta forma, executáveis em diretórios diferentes terão arquivo de inicialização diferentes.

Se, ainda assim, o usuário não tiver direto de gravação, o programa avisa o usuário com a mensagem "e;Sem direitos de gravação para atualizar tabwin.ini"e; e termina normalmente.

Alterado o código para tratar o erro "e;Access violation at address 77F6754B in module ntdll.dll"e;, gerado no Windows NT 4.0, sempre que a especificação de arquivos a tabular resultava em uma lista vazia.

A chamada do help no painel de controle, passou para winhlp32.exe o que permite o uso dos novos recursos no help associado ao arquivo DEF. (Comando H no .DEF)

 

Versão 2.1 de 18/01/2002

 

Novas funções:

Criado botão de Copia para clipboard na janela de LOG.

Incluída a opção de selecionar campos para constarem no DBF de saída, no diálogo de Salvar registros do painel de controle da tabulação. Assim o TabWin pode ser usado para criar arquivos DBF com subconjunto dos dados selecionados, substituindo várias das funções do APPENDA.EXE

Ao incluir ou colar uma tabela na tabela atual, os dados de cabeçalho e rodapé da tabela atual não são alterados.

Adicionada a opção de cancelar ao diálogo "e;Salvar tabela atual?"e; ao sair do TabWin.

A opção Gráfico Vazio, no menu Gráfico, foi substituida pelas opções Mostrar form, que apenas mostra o formulário, como o antigo Gráfico vazio e Gráfico novo que remove as séries de dados prepara a criação de um gráfico do início.

Mensagem do diálogo Escolher coluna podia ficar com a mensagem da operação anterior. Corrigido!

Ao incluir ou colar uma tabela na tabela atual, se esta estivesse apenas com a coluna de títulos das linhas, o programa cancelava. Corrigido!

 

Versão 2.0 de 23/05/2001

 

Mudança de tecnologia

O TabWin agora é uma aplicação de 32 bits, utilizando os recursos do Windows 95, 98, Me, NT e 2000. No entanto, não roda mais em Windows 3.11 ou Windows for Workgroups, para os quais deve ser utilizada a última versão em 16 bits, a 1.4.

O arquivo executável chama-se agora TABWIN32.EXE e os arquivos de ajuda TABWIN32.HLP e TABWIN32.CNT.

Há uma sensível melhora de performance, principalmente na tabulação de grandes massas de dados.

É possível, agora, utilizar nomes longos de arquivos.

Não há mais a limitação de 32K nas funções de corte/cole e na edição de arquivos .DEF e .CNV. Assim, não aparece mais a mensagem unable to insert a line em operações que excediam o limite de 32K.

O módulo gráfico está inserido agora no programa, não necessitando das rotinas anteriormente distribuídas (bivbx11.dll e char2fx.vbx. É necessária, porém, a rotina impborl.dll, contida no pacote de distribuição.

No menu de Arquivo, foi criado o item Associar extensão .TAB, que, como o nome indica, associa a extensão .TAB ao TabWin. Com isto, os arquivos com esta extensão podem ser automaticamente abertos pelo TabWin.

Foi possível expandir diversos limites:

Número máximo de...

De

Para

Linhas

8.192

32.767

Colunas

100

255

Vértices por polígono em arquivos .map

8.192

32.767

Arcos em arquivos .E00

8.192

32.767

Incrementos (agora gera mensagem de erro se selecionado mais incrementos que o limite possível)

20

50

Correções efetuadas

Desde a versão 1.33, a opção de Discriminar nas linhas os dados não classificados poderia resultar na não inclusão de alguns dos mesmos no cômputo do total de linhas; corrigido.

Desde a versão 1.4, o uso de linhas em branco em .CNV de código longo passou indevidamente a resultar em erro; corrigido.

Desde a versão 1.4, o uso de comentários na primeira linha de .CNV de código longo passou indevidamente a resultar em erro. Corrigido.

Se o arquivo a ser tabulado não estava disponível (em uso por outro programa, por exemplo), o programa era encerrado; agora, apenas cancela a tabulação.

Nova ajuda

A ajuda do TabWin foi reescrita e complementada com todas as novas características incorporadas.

Novo módulo de gráficos

O módulo de gráficos foi inteiramente reescrito, porém mantém a característica de gerar o gráfico com apenas um clique do mouse, permitindo ainda grande variedade de opções para configuração do mesmo.

Tem suporte para escala logarítmica.

Salva os gráficos em formatos BMP, WMF e EMF.

Apresenta novas opções de gráficos (bolha e seta).

Os gráficos podem ser compostos de séries de vários tipos sobrepostos (exemplo: setor, barra e linha juntos).

Apresenta ampla gama de opções para melhor adequar o gráfico às necessidades.

Consulte o novo arquivo de ajuda para ver todos os recursos agora disponíveis.

Novas implementações e melhorias

Ao tabular vários arquivos, se a estrutura de um deles não contivesse o campo sendo utilizado como linha, coluna, seleção ou incremento, o arquivo era ignorado e a tabulação prosseguia. Agora, a tabulação é cancelada.

Podem ser tabulados arquivos .DBF gerados pelo Visual FoxPro®.

O quadro agora pode ser salvo em formato de planilha Excel® ou SQL (Create e Insert).

Arquivos .DBF podem ser abertos diretamente como quadro.

É possível agora gerar automaticamente arquivos .DEF e protótipos de .CNV a partir de arquivos .DBF existentes.

Para compatibilizar o tratamento de caracteres acentuados nos arquivos .DBF, como adotado no FoxPro®, FoxPro para Windows®, Visual FoxPro®, Excel® e Access®, foi implementada conversão automática de caracteres da página de código 850 (DOS internacional) para a página de código 1252 (Windows ANSI), tanto para leitura de DBF sem especificação de linguagem quanto para os especificados com página de código 850 ou dBase PTB CP850 (padrão BDE para o Brasil). Arquivos .DBF com outras páginas de código não são convertidos. Ao salvar um quadro em formato .DBF, também é feita a conversão das linhas para a página de código 850. Se necessário, estas conversões podem ser desativadas pelo menu Editar/Converter acentos de DBF.

No Painel de Controle da Tabulação, é possível, agora, ativar ou desativar a supressão de linhas e colunas com valores totalmente zerados.

Ainda no Painel de Controle da Tabulação, foi criado um recurso que facilita a marcação das variáveis de linhas, colunas, incremento ou seleção, particularmente útil quando as listas de variáveis são muito extensas. Basta clicar com o botão direito do mouse sobre a lista desejada. Será aberta uma caixa de texto, onde pode ser digitada o texto de pesquisa e clicar em OK. A lista ficará posicionada na primeira ocorrência encontrada. No caso de incremento, serão marcadas todas as variáveis contendo o texto digitado.

 

Versão 1.4 em 02/06/2000

 

Novas funções

Criado o botão Localizar no painel de controle das tabulações, que permite pesquisar por uma sequência de caracteres nas descrições das categorias sendo selecionadas. É especialmente útil quando o número de categorias para escolher é muito grande, como, por exemplo, nomes de hospitais e listas de procedimentos.

Criada a opção Localizar (Ctrl+F) no menu Editar, que permite pesquisar por uma sequência de caracteres nas descrições das linhas. Muito útil quando o número de linhas é muito grande como, por exemplo, nomes de hospitais e listas de procedimentos.

Eliminada a restrição de uso das faixas de códigos em CNV de código longo (Literais). Agora as faixas de valores podem ser usadas em CNVs de código curto e código longo.

No menu de mapa, na opção Editar, foi criada a opção de Selecionar áreas que permite selecionar áreas com um clique do mouse. Funciona criando uma coluna de nome Selecionada, que contém 1 ou 0 se a área está ou não selecionada. Essa coluna do quadro pode ser usada em outras operações.

No menu de Operações, a opção Constante foi substituida por Nova_Coluna - Ctrl+N -, que permite criar nova coluna, não apenas com uma constante, mas com uma expressão aritmética que inclui constantes, valores das colunas existentes no quadro e operações. As colunas podem ser identificadas pelo seu título ou na forma Cnn, em que nn representa o número da coluna. As operações atualmente suportadas são adição (+), subtração(-), multiplicação (*), divisão (/) e potência(^). O total da nova coluna corresponde às mesmas operações realizadas sobre os totais das colunas referidas. Como a coluna é criada do tipo Soma, basta recalcular o Total para se obter a soma das linhas.

Implementada no menu a opção Estatísticas que gera uma janela com um conjunto de estatísticas descritivas relativas às colunas selecionadas.

A importação de arquivos do tipo PRN agora trata também valores em notação científica.

O total das colunas era sempre do tipo Soma. A partir dessa versão, foi implementada opção para vários tipos de total para cada coluna, a saber: SemTotal, Soma, Produto, Média, Inicial, Final, Mínimo, Máximo, Pré-Calculado. O tipo SemTotal faz com que o total não seja impresso e o tipo Pré-calculado faz com que não o total não seja afetado pelo seu recálculo. O total tipo Soma continua sendo padrão.

Com o objetivo de permitir a inclusão de dados de DBFs em que o campo chave foi definido com comprimento maior que na tabela, em Arquivo/Avançado/Incluir campos de DBF, o campo chave do DBF será considerado até o comprimento da chave do quadro ativo, desde que esta não seja zero.

Eliminada a constante Arquivo=, no lançamento do nome do arquivo no log da tabulação, para passar o limite de arquivos de uma tabulação de 1450 para 2300.

Implementado, no menu de ver DBF, a possibilidade a adicionar registros ao arquivo a partir de um arquivo .TXT com os campos delimitados por um caractere escolhido.

Implementada função de ver informações sobre a estrutura do DBF em Ver DBF.

 

Versão 1.33 em 22/11/1999

 

Novas funções

Criadas, no menu de operações, as funções Mínimo e Máximo, que criam uma nova coluna com o menor ou maior valor, respectivamente, entre os valores das linhas correspondentes nas colunas selecionadas.

Criada, no menu operações, a opção Absoluto, que cria uma nova coluna com os valores absolutos da coluna selecionada.

As tabulações podem ser agora diretamente salvas em formato .DBF. Os nomes dos campos serão os nomes das colunas, substituindo-se os espaços em branco pelo caractere _, suprimindo-se a acentuação, convertendo para letras maiúsculas e truncando-se o nome em 10 posições.

A janela de gráficos não é mais modal. Isto significa que tabela pode ser vista e alterada enquanto se visualiza o gráfico. Entretanto, alterações na tabela não se refletem automaticamente no gráfico.

A janela de mapa também não é mais modal. Entretanto, ao contrário do gráfico, as alterações feitas nos dados da tabela vão se refletir no mapa. Assim é possivel, por exemplo, alterar os dados, títulos de coluna ou cabeçalhos sem fechar o mapa.

Criada uma opção, no menu Editar da janela do mapa, que cria uma nova coluna na tabela com as distâncias calculadas a partir de um ponto escolhido no mapa e as posições das legendas de cada objeto na tabela. Para polígonos em geral, a posição da legenda é o centróide e para municipios representa a sede municipal. A nova coluna é gerada ao ser selecionado um ponto no mapa; para visualizá-la, basta fechar a janela do mapa ou clicar na tabela.

Implementada, em Abrir/Importar mapas, a opção de importar diretamente um arquivo de waypoints, gravados pelos GPS da GARMIN e capturados pelo programa PCX5, com a extensão .wpt.

A ocorrência do caractere # no campo de subtotal do CNV indica que os valores daquela linha são considerados como comentário, não contribuindo para o cálculo do total da coluna.

Na exportação da tabela para o formato SPRING foi incluído um diálogo para perguntar o nome da categoria de objetos no SPRING.

Correções

Alterada a leitura dos arquivos .TAB e .PRN para preservar os espaços em branco a esquerda do título das linhas.

Ocorrência do caractere na última posição da descrição da linha fazia com que houvesse perda de linhas na recuperação do arquivo salvo.

Colocar legenda em uma camada não transparente no mapa fazia com que o fundo da legenda fosse pintada com a mesma cor de fundo do objeto.

Alteração de cabeçalhos ou rodapé não marcava o quadro como modificado e portanto o usuário não era avisado para salvar a tabela antes de sair.

Fechar e reabrir a janela de visualizar DBF provocava cancelamento do programa com a mensagem de arquivo não aberto.

 

Versão 1.32 em 03/09/1999

 

Implementado arquivo TABWIN.INI, no diretório Windows que mantém, através das várias sessões, os diretórios de Dados (arquivos DEF), Mapa (arquivos de Mapas) e Salva (arquivos TAB).

Implementada exportação de tabelas no formato SPRING.

Implementada importação de Pline e Text em arquivos MIF/MID gerados pelo MapInfo.

Corrigida a situação quando a salva de registros selecionados provocaria o erro Leitura após o fim do arquivo sempre que os arquivos fossem especificados por lista em formato texto.

Corrigida a situação quando o nome de área, em arquivo importado como .XY do MapMaker, iniciado com um ou mais brancos, causaria erro na importação.

A importação de MapInfo MIF/MID gerava um loop quando um objeto no arquivo MIF fosse de tipo desconhecido do TabWin.

 

Versão 1.31 em 12/07/1999

 

Foi corrigida a importação de arquivos .bnd, gerados pelo Epimap, no formato comprimido, que poderia cancelar com a mensagem de Este programa executou uma operação e será cancelado.

Implantada importação arquivos .XY gerados pelo MapMaker.

 

Versão 1.3 em 29/06/1999

 

No diálogo de Abrir/importar mapa, agora é possível importar mapas gerados pelos softwares de geoprocessamento mais em uso no Brasil, permitindo converter, automaticamente, as bases cartográficas geradas pelos municípios. Assim, o TabWin passa a importar diretamente polígonos, linhas e pontos gerados nos seguintes formatos:

ARC/INFO Exports (.E00)

ArcView Shapefile (.SHP)

Atlas GIS Ascii (.BNA)

EpiMap Ascii Boundary (.BND)

MapInfo Interchange (.MIF)

Criada a possibilidade de salvar as linhas do quadro no formato .CNV, muito útil com mapas importados.

Criado novo diálogo, para o estabelecimento das classes do mapa temático, que permite visualizar o HISTOGRAMA de frequências relativo aos limites das classes em vigor.

Criado, no menu Arquivo/Avançado, a opção que permite compactar e expandir arquivos DBF sem sair do Tabwin, dispensando pois a utilização dos utilitários DOS de linha de comando COMPDBF.EXE e EXPDBF.EXE.

Criada opção, na janela de tabulação, para testar a integridade da compressão do arquivo teste. Isto é feito testando-se o CRC (Ciclic Redundancy Check), criado durante a compressão do arquivo tipo DBC. O uso desta opção, que pode aumentar em 50% o tempo de tabulação, pode ser necessário se houver dúvidas quanto à integridade dos arquivos, podendo ser recomendável em ambientes de rede ou outros em que possa ter ocorrido a deterioração dos arquivos armazenados.

Em ampliações maiores (Zoom), dependendo do driver de vídeo e memória disponível, as áreas externas à região em zoom podiam, indevidamente, se refletir sobre a área de desenho. O problema foi minimizado ao desenhar-se somente os polígonos que tenham pelo menos um ponto dentro da área de zoom.

Uma tabulação, com as linhas definidas a partir de um .DBF, na qual fosse solicitada a discriminação dos valores não classificados, seria cancelada, sempre que houvesse mais de dois items a discriminar. Expandida a capacidade para discriminar até 200 códigos nessa condição.

 

Versão 1.2 em 23/12/1998

 

Alterado o diálogo de abertura de arquivo de definição, permitindo visualizar a descrição do .def (primeira linha) sempre que o arquivo é selecionado.

A opção de salvar planilha atual passou a ser apresentada só após ser confirmada a execução de nova tabulação. Isto facilita a operação do programa, pois era comum perder a planilha ao se clicar, por engano, no ícone de Executar Tabulação.

Corrigidas várias sequências de manipulação, de forma a permitir o cancelamento de operações pelo uso da tecla Esc.

Ao salvar em formato HTML, os valores zerados são substituídos por -.

Nos mapas, os códigos das regiões só serão exibidos como legenda se estiverem também sendo exibidos na planilha (opção Esconder Chave, no menu Arquivo/Avançado).

Para cabeçalhos e rodapé, a caixa de texto permitia textos maiores que 80 caracteres, que eram truncados ao imprimir. Corrigido.

A abertura de arquivo mapa agora inclui também o campo chave na descrição das linhas.

Atualizado o telefone do MS-BBS na janela Sobre.

 

Versão 1.11 em 06/04/1998

 

Se a largura dos nomes das linhas não permitisse a impressão de pelo menos uma coluna de valores em cada página, os resultados eram imprevisíveis, podendo, inclusive, ocorrer o congelamento do programa.

 

Versão 1.10 em 01/04/1998

 

Incluído, no menu de mapa, opção para que os valores delimitadores das classes da variável controladora do cartograma sejam determinados de forma a gerar a mesma frequência de polígonos em cada classe.

Incluída a opção para plotagem de registros de um arquivo de tipo DBF, como camada adicional de um mapa, desde que o arquivo contenha campos de nome LATIDUDE e LONGITUDE, na mesma escala do mapa base.

Melhorada a interface de manipulação das camadas de um mapa, simplificando a especificação da cor das camadas e permitindo configurar o tamanho do círculo a ser plotado.

Implementada função para mover o mapa durante o zoom.

A largura das colunas agora pode ser alterada utilizando-se o mouse, como em outros softwares de planilhas.

As colunas podem ser movidas utilizando-se o mouse (arrastar e soltar).

Corrigida a situação eventual em que a gravação do arquivo .TAB seria incorreta, para tabelas oriundas do Excel.

Corrigida a situação em que as linhas de total poderiam ser impressas de forma truncada se a fonte utilizada fosse mais larga em negrito.

Corrigida a situação de impressão em que, se houvesse apenas uma coluna na segunda página, esta não seria impressa.

 

Versão 1.0 em 08/03/1998

 

Foi criada opção para que, durante a execução de uma tabulação, possa se salvar os registros selecionados em arquivo padrão dBase (.DBF). Desta forma, é possivel selecionar grupo de registros de uma massa muito grande de arquivos e criar um subconjunto somente com os que interessam à pesquisa, e, a partir daí, continuar as tabulações marcando somente o arquivo salvo.

Criado um Menu Principal no formulário Mapa, para permitir operar a operação a partir de teclado, bem como dar uma forma mais racional a manipulação das camadas adicionais.

A visualização das legendas do mapa base passou a ser controlada pelas linhas da tabela e não pelo arquivo .MAP. Áreas cujos nomes não constam das linhas da tabela não terão mais as legendas impressas.

Incluída a opção de, ao se salvar tabelas em formato HTML, incluir cabeçalhos e rodapés padrões, a partir dos arquivos INICIO.HTM e TERMINO.HTM, respectivamente. Estes arquivos deverão estar disponíveis no diretório corrente, no momento da gravação do arquivo.

Foi incluída opção de associar NOTAS TÉCNICAS a linhas, colunas ou células da tabela, clicando-se com o botão direito do mouse sobre o título da linha, título da coluna ou sobre uma célula, respectivamente. A nota então digitada será exibida, em vermelho, na barra de status, sempre que o cursor passar sobre a área referida.

As Notas Técnicas são mostradas no rodapé das tabelas salva em HTML e ao final dos relatórios impressos.

A rotina de impressão foi inteiramente reescrita, permitindo utilizar qualquer fonte TrueType e dividindo a tabela em várias páginas, quando necessário.

Foi incluída opção para visualizar o conteúdo de um arquivo DBF, de forma semelhante ao comando BROWSE do dBaseIII plus.

O número de linhas do quadro passou a ser informado na linha de status.

As colunas de não-classificados não apresentavam as linhas de subtotal calculadas corretamente. Corrigido.

As linhas de rodapé não eram impressas em páginas que contivessem linhas de total. Corrigido.

 

Versão 0.09 Beta em 17/11/1997

 

O programa agora pode ser iniciado a partir de um arquivo de definição (.DEF), simplificando o processo de tabulação. Para tanto, os arquivos .DEF devem estar associados ao programa Tab para Windows. Feito isso, basta clicar duas vezes no arquivo .DEF de interesse, no Gerenciador de Arquivos (Windows 3.x) ou no Windows Explorer (Windows 95). Para associar arquivos de definição ao Tab para Windows, o processo é análogo ao de associação de arquivos .TAB, descrito nas instruções de instalação/operação.

Foi criada uma nova opção para os arquivos de conversão (.CNV), que agora suporta a classificação de variáveis numéricas segundo faixas de valores.

Basta digitar a letra F ou a palavra FAIXAS (sem as aspas) como terceiro parâmetro da linha inicial do .CNV e informar os limites superiores de cada faixa no campo de código do arquivo .CNV, com alinhamento à direita.

Registros marcados como deletados, porém não removidos do DBF pelo comando PACK, não são mais considerados nas tabulações. Este comportamento é coerente com a opção SET DELETED ON do dBase e é o padrão do TABX.

Foi ampliado para 3 segundos o tempo de espera para repintar automaticamente o mapa quando se editam os valores limites das classes.

Ampliado o número máximo de pontos de uma poligonal de uma área de um mapa para 5000.

A repetição de uma tabulação, com aproveitamento das opções da tabulação anterior, após a salva da mesma em um diretório diferente, provocava, eventualmente, a mensagem Arquivo CNV não encontrado. Agora, após salvar (ou não) a tabulação em vigor, é apresentada o diálogo de abertura de arquivo de definições, sendo sugerido o último utilizado. Se for aproveitada a sugestão, será suposto que serão aproveitadas as opções da tabulação anterior.

Foram efetuadas algumas outras correções que melhoraram o desempenho do programa.

Incluído teste para garantir que uma tabulação com seleção somente se inicie se tiver pelo menos uma categoria selecionada.

A existência dos caracteres , ou ; dentro de uma descrição de linha ou coluna provocava aparecimento de colunas zeradas quando da reabertura do arquivo. Corrigido.

Abrir um arquivo mapa pelo menu de arquivos deixava o arquivo aberto. Corrigido.

A leitura de um arquivo .TAB que tivesse mapa incluído não inicializava corretamente o limite inferior da primeira classe resultando em áreas em branco. Corrigido.

A repetição de uma tabulação, com aproveitamento das opções da tabulação anterior, após a salva da mesma em um diretório diferente, provocava a mensagem Arquivo CNV não encontrado. Corrigido com a alteração a sequência das caixas de diálogo para retornar sempre ao diretório das definições.

A discriminação de valores não classificados nas linhas incluia um caractere adicional. Corrigido.

O número de casas decimais, na exibição de valores no mapa, podia não corresponder ao número de decimais da coluna selecionada. Corrigido.

As linhas de subtotal não eram calculadas se nenhuma coluna fosse ativadas. Corrigido.

 

Versão 0.08 Beta em 01/10/1997

 

O cálculo de indicadores pode ser efetuado diretamente pela opção Calcular Indicador, no menu de Operações.

O gráfico de setores passa a mostrar os valores e não as percentagens. Se ainda for desejado o gráfico de setor com as percentagens, bastar calcular a percentagem, através da opção %percentagem, no menu de Operações, e então solicitar o gráfico sobre esta coluna.

O gráfico de barras agora permite barras horizontais.

Os gráficos têm, agora, a opção de ativar barra de cores (Palletebar) e barra de padrões (Patternbar), no botão de ferramentas, permitindo melhor personalização dos gráficos, inclusive para impressoras monocromáticas.

No menu de Arquivos, foi incluída a opção Abrir Mapa, que cria uma tabela baseada nos elementos de um arquivo de mapas com uma coluna de valores zerados, para permitir a edição manual de valores a serem mapeados.

Foi criado um botão de nova camada na tela de mapas, que permite adicionar novas camadas aos cartogramas exibidos. Assim, por exemplo, se tivermos um mapa do Brasil por microrregiões (BRMIC.MAP), podemos adicionar uma nova camada com o arquivo BRASIL.MAP, obtendo-se, então, os limites estaduais.

Foram feitas, ainda, algumas correções em relação à ordenação e supressão de linhas.

A ordenação de linhas em quadro já ordenado nos quais se suprimissem linhas era ignorada quando se tentava reordenar pela mesma coluna. Corrigido.

A supressão de todas as linhas gerava comportamento incorreto. Corrigido.

A impressão de quadro ordenado por coluna em ordem ascendente ignorava a ordem de impressão das linhas. Corrigido.

 

Versão 0.07 Beta em 15/07/1997

 

Foi criada uma caixa de diálogo para perguntar se o usuário deseja salvar a tabela que está sendo exibida na tela. Nas versões anteriores, a caixa Salvar Como era exibida compulsoriamente.

Foi criada uma caixa de diálogo, exibida antes de se iniciar uma nova tabulação, para perguntar se o usuário deseja aproveitar as opções selecionadas na tabulação anterior.

O botão Muda Cores, na tela de exibição do mapa, agora permite escolher a densidade cromática para cada paleta de cores: ascendente (da cor mais clara à mais escura) ou descendente (da cor mais escura à mais clara).

Pequenos acertos na impressão do Mapa para facilitar a impressão de transparências.

A inclusão de uma tabela em outra preexistente, diretamente ou via clipboard, provocava sempre o recálculo dos totais das colunas com resultados incorretos nas médias já calculadas. Corrigido.

A impressão alternada de mapas ou tabelas provocava tamanhos incorretos das letras na impressora. Corrigido.

A lista arquivos na tela de tabulação não entrava em ordem alfabética. Corrigido.

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