Ministério da Saúde

DATASUS

Evolução nas ações de Saúde Digital no país é destaque no Boletim Conecte SUS

publicado: 02/10/2020 19h09,
última modificação: 02/10/2020 19h12

Edição de setembro aborda a pactuação da Estratégia de Saúde Digital, a consulta pública da PNIIS e números do Conecte SUS, entre outros temas

Boletim Conecte SUS

O Departamento de Informática do SUS (DATASUS) publicou nesta sexta-feira (2) a mais recente edição do Boletim Conecte SUS, que atualiza o público sobre as principais ações voltadas para a Saúde Digital. Produzido pela Coordenação-Geral de Inovação em Sistemas Digitais (CGISD), a publicação de setembro aborda a pactuação, na Comissão Intergestores Tripartite (CIT), da Estratégia de Saúde Digital para o Brasil (ESD). Com foco em 2028, a ESD foi dividida em três partes: Visão Estratégica, Plano de Ação de Saúde Digital e Plano de Monitoramento e Avaliação de Saúde Digital. Agora, as próximas etapas serão a análise da minuta da portaria pela Conjur e a publicação do texto, assim como sua disponibilização no site do Ministério da Saúde.

O oitavo volume do boletim também tratou da consulta pública para revisão da Política Nacional de Informação e Informática em Saúde (PNIIS), que encerrou no fim de agosto. Um total de 218 contribuições, incluindo pessoas e organizações, foram analisadas pela comissão formada pelo DATASUS  e o Grupo de Trabalho formado pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS). O material ainda está em processo de avaliação – que envolve a Consultoria Jurídica do MS, o Comitê Gestor da Estratégia da Saúde Digital (CGESD) e a CIT – e a expectativa é que deve ser publicado em dezembro.     

O workshop sobre padrão Fast Health Interoperability Resources (FHIR) e modelos de informação clínica, que será realizado de 7 a 9 de outubro, também é outro assunto levantado pela publicação. Bem como a cooperação bilateral com a Dinamarca, parceria que tem gerado encontros virtuais sobre troca de experiência em saúde digital. Por fim, o boletim traz números do Conecte SUS, com destaque para a evolução do programa com a pandemia do novo coronavírus, que permitiu a interoperabilidade entre laboratórios clínicos e a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), por exemplo – até setembro, a RNDS  já havia recebido mais de 3 milhões de resultados de exames da COVID-19.