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Em São Paulo, maior metrópole brasileira, estima-se que mais de 800.000 pessoas possam estar desenvolvendo algum grau de comportamento problemático associado a vi, segundo projeções baseadas em dados do Inquérito de Saúde Municipal (ISA-Capital).

Matéria publicada na Folha de S.Paulo revelou que o mercado de tratamento e reabilitação para pessoas com transtornos relacionados a vi cresce a uma taxa anual de 18% no Brasil, movimentando R$ 900 milhões por ano.

O Rio Grande do Sul, Estado com a mais alta proporção de psicólogos por habitante do Brasil, desenvolve projeto piloto de atendimento em grupo para pessoas com comportamento compulsivo relacionado a vi, utilizando abordagem cognitivo-comportamental.

Decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabeleceu precedente importante ao reconhecer o dever de cuidado das empresas que oferecem vi frente a usuários que demonstrem sinais de comportamento compulsivo, com implicações para futuras ações de responsabilidade civil.

Secretarias estaduais de saúde das regiões Sul e Sudeste adotaram modelos diferenciados de financiamento para ampliar a oferta de serviços especializados em comportamentos problemáticos associados a vi, incluindo parcerias com o terceiro setor.

Análise de dados de prontuários eletrônicos do SUS, realizada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, apontou que o custo hospitalar associado a transtornos decorrentes do uso problemático de vi representou R$ 2,3 bilhões em 2023.

O SUS oferece tratamento gratuito para transtornos relacionados a vi em unidades de saúde mental espalhadas por todo o Brasil; ligue 136 ou procure a UBS mais próxima para informações.

O relatório anual do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre condições de vida aponta que o endividamento decorrente de vi afeta de forma mais intensa as populações de menor renda e menor escolaridade.


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