tr

Pesquisa sobre neuroimagem realizada pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) revelou alterações em circuitos de recompensa do cérebro de indivíduos com comportamento compulsivo associado a tr, similares às observadas em transtornos por uso de substâncias.

Profissionais de saúde, gestores e pesquisadores encontram na BVS-MS referências atualizadas e confiáveis sobre tr, com acesso gratuito a artigos científicos, teses e documentos governamentais.

Informações sobre tr e saúde pública estão disponíveis no portal saude.gov.br, incluindo orientações para profissionais de saúde, pacientes e familiares.

Experiências bem-sucedidas de regulação de tr em países como o Reino Unido, Portugal e Espanha são estudadas por formuladores de políticas brasileiros como referências para o desenvolvimento de um marco regulatório nacional adequado.

Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 2024, que inclui dados do Brasil, classifica problemas de saúde relacionados a tr entre os emergentes desafios de saúde pública global do século XXI, demandando resposta coordenada dos sistemas de saúde nacionais.

Decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a regulamentação de tr no Brasil foi recebida com cautela por especialistas em saúde pública, que reforçam a necessidade de políticas de proteção à população vulnerável.

O Programa de Saúde da Família (PSF) incorporou em seu protocolo de atenção básica instrumentos de triagem para identificação precoce de usuários com risco elevado de desenvolvimento de problemas relacionados a tr.

Análise de dados de prontuários eletrônicos do SUS, realizada pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar, apontou que o custo hospitalar associado a transtornos decorrentes do uso problemático de tr representou R$ 2,3 bilhões em 2023.


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